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Margareth Dalcomo aprova cancelamento da festa de réveillon do Rio: 'Agora a nossa próxima missão é o carnaval'

·3 min de leitura

Depois de o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciar o cancelamento das festas de réveillon na Praia de Copacabana e em outros ponto da cidade, a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcomo comentou a medida. Antes da capital fluminense, outras 21 capitais brasileiras já haviam tomado decisões como esta.

— As pessoas têm que estar sensibilizadas que essas comemorações a gente tem todo ano. No ano passado, eu disse isso também, temos que estar vivos para as próximas. Agora a nossa próxima missão é o carnaval — destacou ela.

Mesmo com a festa em Copacabana e em outros palcos canceladas, ainda estão permitidas as celebrações particulares. Em relação a essas, a pesquisadora pede sensibilidade aos organizadores.

— Os hotéis que estão com 80% de reservas feitas vão fazer (suas festas). Agora, podem fazer celebrações com alguns protocolos. Não adianta a gente não ser realista. Algum risco sempre há, mas é um risco mais calculado. Espero que hotéis e locais públicos tenham a sensibilidade de orientar as pessoas e sobretudo testar, fazer investimento em testagem na entrada da festa. Quem for detectado positivo vai embora — sugere ela, que completa com mais recomendações para os gestores: — O importante para um país que está vacinando bem finalmente, como o Brasil, é manter esse ritmo de vacinação, alcançar uma proteção realmente maciça e diminuir a circulação.

O Rio é mais uma cidade que desiste de fazer a sua festa de ano novo. Mesmo com bons indicadores e sem mortes há três dias na cidade, medidas como essa funcionam como uma antecipação a um possível crescimento dos casos de Covid-19, proporcionado pela nova variante do novo coronavírus, a Ômicron.

— A despeito de tudo que passamos, dos erros graves, da negligência em tantas questões importantes, da desinformação, do preço alto que nós pagamos com vidas que poderiam ser salvas; o Brasil hoje tem a chance nobre de dar um bom exemplo civilizatório de medidas firmes e consistentes com a realidade. Se hoje já tem dezenas de prefeituras cancelando as celebrações e entendendo que isso é importante, as cidades grandes, como São Paulo e Rio, isso é um exemplo para outros locais também — ressalta Margareth.

Ainda se sabe pouco sobre esta nova variante e as próximas pesquisas ainda podem mudar as avaliações dos cientistas sobre o seu verdadeiro perigo. Atualmente, as atuais informações já vão pautando os comitês científicos pelo país e pelo mundo.

— Lembrando que este conhecimento é dinâmico. Daqui uma semana, eu posso estar dizendo outra coisa. Até o momento, nada indica que as vacinas que nós estamos usando não protejam contra a nova variante. É possível que diminua um pouco a proteção, como é esperado para variantes que surgem. Tudo isso é sabido — explica Margareth Dalcomo, que completa: — Outra informação relevante é que outras vacinas podem sofrer modificações na sua estrutura, prevendo as mutações da nova variante, como a Moderna já está fazendo. Isso também é possível. Até o momento, nada indica que ela (a Ômicron) seja nem mais letal e nem que tenha tantas chances de se tornar mais dominante frente à variante Delta, que hoje é a predominante no mundo todo.

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