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Maquininhas de cartão crescem 56% em microempresas, mas Cielo perde espaço

·2 minuto de leitura
Maquininhas de cartão crescem 56% em microempresas, mas Cielo perde espaço
Maquininhas de cartão crescem 56% em microempresas, mas Cielo perde espaço

Uma pesquisa feia pelo Sebrae mostrou um aumento de 17 pontos percentuais, nos últimos cinco anos, no volume de micro e pequenas empresas que aderiram ao método de pagamento por cartão. De 39% em 2016, o uso de maquininhas passou para 56% em 2021.

Segundo a pesquisa, que entrevistou 3.520 pessoas, a “satisfação dos clientes” e “aumento das vendas” são os principais pontos para o crescimento, além de segurança, redução da inadimplência, maior tempo para controle do caixa e o aumento do faturamento. O número de maquininhas em um mesmo estabelecimento também subiu de 27% em 2016, para 41% neste ano.

“Os empreendedores sabem que precisam se adequar às exigências dos consumidores e acompanhar as tendências de mercado. Cada vez menos as pessoas usam dinheiro em espécie ou cheque e não oferecer esse serviço pode significar algumas vendas perdidas”, disse o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

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Na hora de adquirir a maquininha, 76% disseram que o diferencial para a escolha da marca é o preço, o mais barato sempre vence. O número corrobora com a chegada de novas operadoras e marcas no setor, que priorizam oferecer preços melhores com a mesma qualidade de produtos superiores.

Com isso, uma das maiores marcas conhecidas entre as maquininhas de cartão, a Cielo, perdeu espaço no setor diante da grande concorrência. Em 2016, a Cielo era responsável por 51% dos equipamentos. Hoje, a marca responde apenas por 19% dos dispositivos utilizados.

Maquininhas de cartão crescem 56% em microempresas, mas Cielo perde espaço. Imagem: Rafastockbr/iStock
Maquininhas de cartão crescem 56% em microempresas, mas Cielo perde espaço. Imagem: Rafastockbr/iStock

Outro ponto interessante, é que o levantamento revelou que, antes, em 2018, mais pessoas (54%) sabiam que a lei permite praticar preços diferentes de acordo com a forma de pagamento (dinheiro, cartão de débito, crédito ou boleto bancário), hoje foi detectado que pouco mais da metade tem conhecimento (51%).

Entre os locais que não utilizam a maquininha, 1/3 prefere usar outra forma de pagamento, como boletos e cheques. Desses, quase 20% alegam um volume baixo de vendas que não supri o uso do equipamento. Entre as reclamações, a conexão continua sendo o maior problema (45%) e a taxa de manutenção o maior motivo para deixar de usar a maquininha (45%). A redução de taxas foi a maior sugestão de melhoria (73%).

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