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Mapa interativo revela bilhões de anos de história do universo observável

Uma equipe de astrônomos da Universidade Johns Hopkins criou um novo mapa interativo do universo. Produzido a partir de décadas de dados coletados pelo levantamento Sloan Digital Sky Survey, o mapa The Map of the Universe é formado por aproximadamente 200 mil galáxias, e as exibe como pequenos pontos distribuídos até os limites observáveis do universo.

Uma das características mais interessantes deste novo mapa do universo é que, além de ser um dos mais amplos já produzidos para o público de entusiastas não especializados no assunto, ele traz também dados ainda não divulgados.

Abaixo, você confere um vídeo que te dá um "gostinho" do que o mapa pode revelar sobre o universo:

Brice Ménard, professor que criou o mapa, descreve que astrofísicos em todo o mundo passaram anos analisando os dados usados no mapa, produzindo artigos científicos e chegando a novas descobertas. “Mas ninguém gastou tempo para criar um mapa que é bonito, cientificamente correto e acessível às pessoas que não são cientistas”, destacou.

Ele explica que o objetivo era criar um mapa que mostrasse o universo como ele é. Para isso, o ponto inicial do mapa te leva para visualizar a Via Láctea, cercada por pontinhos azuis; cada um deles representa galáxias espirais a até dois bilhões de anos-luz da Terra.

Mais à frente, é a vez de os pontos amarelados entrarem em cena, indicando as galáxias elípticas, que ofuscam as espirais mais escuras. Então, o mapa começa a exibir tons de vermelho, que representam galáxias elípticas cuja luz amarela foi desviada para o vermelho devido à expansão do universo.

A Via Láctea é o "ponto de partida" do mapa (Imagem: Captura de tela/B. MÉNARD & N. SHTARKMAN)
A Via Láctea é o "ponto de partida" do mapa (Imagem: Captura de tela/B. MÉNARD & N. SHTARKMAN)

Em seguida, o mapa exibe novos pontos azulados — mas, desta vez, eles representam quasares, os buracos negros supermassivos no coração das galáxias distantes. Em meio a eles, há alguns quasares avermelhados, distribuídos pela “fronteira” do universo cercada por hidrogênio gasoso.

Finalmente, o mapa termina representando as primeiras luzes que brilharam logo após o Big Bang, há 13,7 bilhões de anos. “Neste mapa, somos apenas um pontinho na parte bem inferior, um só pixel — e quando digo nós, me refiro à Via Láctea, com bilhões de estrelas e planetas”, disse Ménard. “Estamos acostumados a ver imagens astronômicas mostrando uma galáxia aqui e ali, mas o que este mapa mostra é uma escala muito, muito diferente”.

Para explorar o universo por meio do trabalho de Ménard, acesse o site do The Map of the Universe.

Fonte: Canaltech

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