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Bronze em tempos de pandemia: como manter a pele saudável no verão

Fernanda Lopes
·3 minuto de leitura
Thoughtful young woman standing against blue wall
Como manter o bronze em tempos de pandemia? Foto: Getty Images

A temporada de verão de 2021 será diferente de todas a outras que vivemos até então: por causa da pandemia de Covid-19, lugares com grandes aglomerações devem ser evitados, e isso pode incluir praias e piscinas. Para quem deseja manter a pele bronzeada e bonita nos próximos meses sem encarar o risco de contaminação pela doença, há soluções artificiais no mercado. Mas é preciso atenção e cuidado com elas também.

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Um método de bronzeamento que se tornou mais popular nos últimos anos é aquele proporcionado por cremes autobronzeadores. Estão disponíveis em lojas de cosméticos (há diversas opções) e é só seguir as instruções do produto. Em geral, o creme deve ficar na pele durante um tempo e, após ser removido, já é possível observar o tom de pele com mais bronze.

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Segundo a dermatologista Agnes Andrade, os cremes autobronzeadores podem ser uma alternativa interessante e oferecem menos danos, em relação à exposição prolongada ao sol. “Como qualquer cosmético, podem ter risco de alergia e devem ser usados com cautela, principalmente em quem tem alergia a tintas e corantes. Antes de fazer aplicação em todo o corpo, é recomendável testar o produto antes em uma pequena área para ver se há sensibilidade e também se a cor está adequada para o seu tom de pele”, ela recomenda.

Em clínicas estéticas, existe também a opção de bronzeamento a jato, em que o produto bronzeador é aplicado por profissionais, e o resultado também pode ser visto rapidamente. “Assim como os autobronzeadores, os bronzeamentos a jato são uma opção interessante e normalmente bem tolerada. Os principais riscos são de alergia, principalmente para quem tem hiperssensibilidade a tinturas e corantes”, explica a profissional.

Apesar de estas duas técnicas serem acessíveis e apresentarem riscos leves para as pessoas, existem também opções nocivas de bronzeamento. Quem se lembra das câmaras de bronzeamento artificial, com luzes especiais que prometiam aquele bronze perfeito? Ainda que alguns lugares ainda ofereçam este procedimento clandestinamente, é importante saber que ele faz muito mais mal do que bem.

“O uso de câmaras de bronzeamento artificial está completamente proibido devido ao alto risco de câncer de pele que está técnica traz. Foi proibido em 2009 pela Anvisa. Porém, infelizmente, ainda existem lugares onde essas câmaras de bronzeamento podem ser encontradas. Fiquem longe”, alerta a dermatologista.

Há ainda pílulas de bronzeamento, que prometem alterar a coloração da pele e dar o efeito que as pessoas procuram. Este método também não é recomendado por especialistas. “Não existe padronização da composição das pílulas bronzeadoras, nem estudos científicos confiáveis, por isso não recomendamos seu uso. Nunca devemos colocar nada que não entendemos muito bem o que é na nossa pele e no nosso corpo”, afirma a dra. Agnes.

Para quem quer curtir o verão sem ter problemas com bronzeamento e saúde da pele, os autobronzeadores em creme ou spray são os mais indicados, porque não oferecem risco de câncer de pele. Além de seguir as instruções recomendadas, deve-se hidratar a pele, antes e depois da aplicação. Se estiver usando algum produto ácido para tratamento de pele, evite o uso em conjunto com o autobronzeador.

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