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Manifestantes protestam depois de familiares e aliados do governo furarem fila de vacina na Argentina

SYLVIA COLOMBO
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BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Centenas de pessoas se reuniram em vários pontos de Buenos Aires, a partir das 17h deste sábado (27), para protestar contra o escândalo chamado de "vacina gate". Nas últimas semanas, revelou-se que, pelo menos, 70 pessoas haviam furado a fila para receber a vacina contra o coronavírus. Foram políticos, assessores de políticos, ex-presidentes, familiares e até mesmo jornalistas de meios alinhados ao governo. O escândalo já derrubou o então ministro de saúde, Ginés González García, que foi levado a renunciar depois que o jornalista Horácio Verbitsky, próximo a Cristina Kirchner, relatou que tinha sido convidado a furar a fila. Ao longo da semana, a Justiça levou adiante algumas buscas e apreensões em locais onde há a suspeita de que foram usados como centro de vacinação para estes selecionados. Alguns dos lugares em que isso ocorreu foi no hospital Posadas, um dos maiores da Argentina, e no próprio edifício do Ministério da Saúde. Os pontos de encontro para a marcha foram vários -o Obelisco e a praça do Congresso entre eles. A ideia era caminhar ou ir de carro até a praça de Maio. Havia outra convocação para ocorrer diante da Residência de Olivos, onde vive o presidente Alberto Fernández e sua família. Os manifestantes, neste início de protesto, levavam bandeiras argentinas e cartazes com inscrições contra o governo e pedindo vacinas à população.