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Manifestantes exibem cartaz com suástica em protesto antivacina contra Covid-19, em Londrina (PR)

·2 min de leitura

RIO - Um grupo antivacina exibiu um cartaz com uma suástica durante manifestação realizada nesta terça-feira, em Londrina, no Paraná. O protesto ocorreu em frente à Câmara Municipal, pouco antes dos vereadores deliberarem sobre um decreto que prevê a obrigatoriedade de imunização dos servidores municipais contra o coronavírus.

O símbolo nazista estava desenhado em uma cartolina branca, que passou de mão em mão no decorrer do protesto. Os manifestantes faziam parte de um grupo de extrema direita que é contrário à obrigatoriedade da vacinação.

- Era um grupo de direita e, neste movimento, tinha pessoas com cartaz com a suástica. Isso causou espanto, alguns viram e depois desapareceu do protesto. Mas chegou a ser mostrado na manifestação e conseguimos fotografar essa placa - disse o vereador Matheus Thum (PP).

De acordo com o vereador, a Câmara ainda está estudando qual medida tomar a respeito do cartaz com a simbologia nazista. Thum explicou que o corpo jurídico está avaliando e lembrou que a apologia ao nazismo é crime imprescritível.

- A Câmara pode tomar uma atitude a qualquer momento, mas o fato é que não podemos aceitar essa questão, não podemos deixar passar impune, temos que pelo menos encaminhar para o Ministério Público e a polícia - afirmou o vereador.

Votação

Na sessão, os vereadores rejeitaram a inclusão na pauta, em regime de urgência, do decreto legislativo que busca suspender um ato da Prefeitura que estabeleceu a obrigatoriedade de vacinação para todos os agentes públicos municipais.

Londrina tem mais de 10 mil servidores públicos. De acordo com Thum, cerca de 150 se recusaram a vacina contra a Covid-19. Quem não se vacinar pode ser penalisado quando pleitear licença-prêmio, uma promoção, turno especial de trabalho ou afastamento para estudo.

- Eu tomei a primeira dose e a segunda dose da vacina. Sou favorável a que a população seja vacinada, mas não à obrigatoriedade. Imposição não, conscientização sim - afirmou o vereador Emanoel Gomes (Republicanos), um dos autores do projeto e que defendia a votação em urgência.

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