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Manifestações contra lockdown têm buzinaço em hospital, ataque a mãe de governador e pedidos de intervenção militar

Redação Notícias
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Manifestantes saíram às ruas em defesa de Bolsonaro. (Alexandre Schneider/Getty Images)
Manifestantes saíram às ruas em defesa de Bolsonaro. (Alexandre Schneider/Getty Images)

Milhares de apoiadores de Jair Bolsonaro (sem partido) foram às ruas de diversas cidades pelo Brasil no domingo. Eles protestavam em apoio ao presidente e contra medidas mais duras de isolamento social e o Supremo Tribunal Federal (STF).

As maiores manifestações foram registradas em capitais, como São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belém, Salvador e Rio de Janeiro. Em comum, os protestos também tiveram as críticas aos governadores estaduais e alta concentração de pessoas sem máscaras em pleno pico da pandemia de Covid-19 no país.

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Em São Paulo, o protesto começou em frente à Assembleia Legislativa e foi até a Avenida Paulista. Manifestantes, em carros ou a pé, cantavam o hino nacional, entoavam palavras de apoio a Bolsonaro e ofensas ao governador João Doria (PSDB). Também foram comuns os cartazes pedindo intervenção militar e a volta da ditadura, ao mesmo tempo em que o próprio Doria era chamado de “ditador” pela imposição de regras mais rígidas de isolamento.

O cenário foi semelhante na orla da Praia de Copacabana, onde milhares de manifestantes se aglomeraram a partir das 10 horas de domingo vestindo as cores da bandeira nacional e entoando palavras de ódio ao ex-presidente Lula (PT) e apoio a Bolsonaro. Até o deputado federal Daniel Silveira (PSL), que teve concedida prisão domiciliar também no domingo, foi defendido por alguns dos presentes.

No Espírito Santo, o ataque foi ao governador Renato Casagrande (PSB), que também adotou medidas mais duras contra a Covid-19 no estado. Manifestantes chegaram a protestar em frente à casa da mãe de Casagrande, de 88 anos, ato repudiado nas redes sociais pelo político.

“Manifestantes que negam os efeitos do coronavírus saíram às ruas hoje contra medidas que tomamos para frear a transmissão e salvarmos vidas. Legítimo. Mas, é inaceitável irem até a residência de minha mãe, uma idosa de 88 anos, com diversas comorbidades, com atitudes agressivas, colocando em risco a vida dela. Mais uma demonstração de que não possuem nenhum respeito a vida. Vamos seguir protegendo a população capixaba”, escreveu no Twitter.

No Rio Grande do Sul, uma carreata foi organizada em Porto Alegre em defesa de Bolsonaro. O circuito escolhido pelos manifestantes incluía paradas em centros médicos que estão tratando pacientes com Covid-19, onde promoveram buzinaços. Isso aconteceu em frente aos hospitais de Clínicas e Ernesto Dornelles.