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Manchester City e outros clubes ingleses boicotarão as redes sociais em protesto contra racismo e abuso

Gabriela Bulhões
·3 minuto de leitura
Manchester City e outros clubes ingleses boicotarão as redes sociais em protesto contra racismo e abuso
Manchester City e outros clubes ingleses boicotarão as redes sociais em protesto contra racismo e abuso

Times e demais organizações de futebol inglesas, como Manchester City, anunciaram que estão fechando suas contas do Facebook, Twitter e Instagram durante o fim de semana como parte de um boicote em massa para defender melhores políticas em relação à discriminação e abuso que jogadores recebem na internet e suas plataforma sociais.

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Entre os grupos que participaram da ação estão: Premier League , English Football League, Professional Footballers ‘Association, Football Association, League Managers Association, Football Supporters’ Association. Os clubes que fazem parte da Premier League, EFL, Barclays FA Women’s Super League e Women’s Championship também vão fechar suas redes sociais no fim de semana como protesto.

O boicote ocorre depois que várias organizações de futebol inglesas se uniram em fevereiro para solicitar que houvessem mudanças do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, e do CEO do Twitter, Jack Dorsey. O pedido foi através de uma carta aberta solicitando que as empresas tomassem medidas firmes contra comentários preconceituosos.

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Os times de futebol defenderam quatro melhorias:

1- Postagens bloqueadas ou filtradas se tiverem material racista ou discriminatório;

2 – Postagens abusivas removidas por meio de “medidas robustas, transparentes e rápidas”;

3 – Acréscimo de processos de verificação para permitir que a polícia identifique usuários e impeça quee façam novas contas;

4 – E que as plataformas trabalhem em colaboração para identificar pessoas que postam conteúdos discriminatórios que infringe a lei.

Além disso, as ligas querem que o boicote deste fim de semana se baseie neste movimento. Por mais que tenha progresso, os jogadores, times e outros membros do futebol inglês sentem que há muito mais que o Facebook e o Twitter podem fazer.

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Fonte: The Verge

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