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Maju Coutinho se desculpa por dizer que "o choro é livre" ao defender lockdown

Bárbara Saryne
·2 minuto de leitura
A jornalista foi muito criticada nas redes sociais (Foto: Reprodução/Globo)
A jornalista foi muito criticada nas redes sociais (Foto: Reprodução/Globo)

Maju Coutinho se desculpou por ter usado a expressão "o choro é livre" ao defender o lockdown na última terça-feira (16). A jornalista, que garantiu compreender a dor dos pequenos e médios empresários, lembrou as reportagens exibidas no 'Jornal Hoje' sobre a importância do auxílio emergencial.

“Anteontem, para reforçar a necessidade do isolamento social, eu usei, no improviso, uma expressão infeliz, que precisava de um complemento para deixar bem claro o que eu queria dizer. Ao falar o choro é livre, eu quis dizer que por mais amargas que sejam as medidas de isolamento, elas são necessárias para evitar o colapso do sistema de saúde”, explicou a jornalista.

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O vídeo de Maju usando a expressão que virou febre nas redes sociais repercutiu. Autônomos e empresários se sentiram ofendidos. Muitas pessoas disseram que até gostariam de ficar em casa, mas precisam trabalhar para pagar as contas. O salário da jornalista e o privilégio de trabalhar na maior emissora do país também foram citados.

"Entendo perfeitamente a dor dos pequenos e médios empresários que são obrigados a manter os negócios fechados. E você é testemunha de que ontem mesmo a gente exibiu aqui uma longa reportagem sobre o assunto, e ao final dela eu disse assim: ‘desejo também agilidade do governo e do Congresso para atender aos empresários e também as famílias que estão aguardando o Auxílio Emergencial”, completou ela.

Para colocar fim na polêmica, Maju pediu desculpa e reiterou a importância de uma agilidade do governo para resolver o problema. Na terça-feira (16), ela apenas tinha defendido a campanha "fique em casa".

"Por todo o país, os números da pandemia não param de subir e as medidas restritivas de circulação estão se espalhando. Os especialistas são unânimes em dizer que essas são medidas indispensáveis para conter a circulação do vírus. O choro é livre. Não dá para a gente reclamar. É isso que tem", disparou na ocasião.