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Major Olímpio discute com bolsonaristas e grita 'ladrões de rachadinha'

CAMILA MATTOSO
·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  18-10-2019 -  senador Major Olímpio (PSL-SP). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 18-10-2019 - senador Major Olímpio (PSL-SP). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O senador Major Olímpio (PSL-SP) envolveu-se em uma discussão com apoiadores do presidente Jair Bolsonaro em Taubaté (140 km de São Paulo) nesta segunda-feira (23).

Ele esteve na cidade para manifestar seu apoio a uma candidata à prefeita e diz ter sido surpreendido pela presença de pequeno grupo de bolsonaristas que o xingavam de "traidor".

Em vídeo, o senador grita "ladrão" e "ladrão de rachadinha" enquanto é chamado de "traíra" por um rapaz com uma camiseta que diz "direita taubaté", que aparece ao lado de uma mulher com roupa com os dizeres "Bolsonaro presidente" e de um homem com uma faixa "não vote em comunista", em referência à candidata Loreny, do Cidadania, apoiada por Olímpio.

O senador e o rapaz chegam a ficar frente a frente, um gritando "ladrão" e "traíra" para o outro.

Olímpio faz referência ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) ao falar em rachadinha. O filho do presidente foi denunciado pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) sob acusação de ter arrecadado parte do salário dos servidores de seu gabinete quando era deputado estadual.

À reportagem Olímpio diz que "o que restou de bolsonaristas hoje são radicais que tentam se impor pela intimidação. Comigo, não. Ladrão é ladrão. Ladrão de direita é igual ladrão de esquerda. Simplesmente ladrão".

"Em Taubaté, como em qualquer cidade, a claque contratada bolsonarista hoje cabe num Mini Cooper", diz o senador, afirmando que o grupo tinha apenas quatro pessoas.

Após ter coordenado a campanha de Jair Bolsonaro em São Paulo em 2018, Olímpio rompeu com Bolsonaro após ter dito que sofreu pressão do presidente para não assinar a CPI da Lava Toga. Ele disse à época que Bolsonaro tentava proteger seu filho, Flávio Bolsonaro, que trabalhava para desarticular a criação da comissão.