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Mais uma ex-funcionária do Facebook quer depor contra a empresa no Congresso

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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 17.09.2021 - Aplicativo Facebook. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 17.09.2021 - Aplicativo Facebook. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A ex-funcionária do Facebook Sophie Zhang, que afirmou sentir que tinha "sangue nas mãos" após trabalhar na companhia, está disposta a testemunhar no Congresso americano, informou na terça-feira (12) a CNN, que veiculou uma entrevista com Sophie.

Ela também disse que repassou documentação sobre a empresa a uma agência reguladora, sem revelar o teor das acusações.

A ex-funcionária, que trabalhou com cientista de dados na gigante comandada por Mark Zuckerberg por quase três anos, escreveu um dossiê quando foi demitida da empresa, detalhando como a companhia não se esforçava suficientemente para combater a desinformação em suas plataformas, em especial nos países pequenos -quase 90% dos usuários mensais ativos estão fora de Canadá e Estados Unidos.

O dossiê foi publicado no ano passado pelo BuzzFeed News.

A intenção de depor ao Congresso vem na esteira das declarações de Frances Haugen, que também critica os esforços do Facebook ao minimizar o discurso de ódio e evidencia, por meio de estudo próprio da companhia, como o Instagram pode afetar a saúde mental de adolescentes que passam muito tempo conectados à rede social.

Frances irá se reunir com o conselho do Facebook que analisa os casos sensíveis de moderação de conteúdo na plataforma. No dia 3, ela revelou em uma entrevista ao programa de TV americano "60 Minutes" que o "Facebook mostrou repetidas vezes que prefere o lucro à segurança".

Já Sophie diz que entregou documentação detalhada sobre possíveis violações criminais da empresa a uma agência e que acredita que a investigação está em curso.

O Facebook tem alegado que derrubou 150 redes que tentaram manipular o debate público desde 2017, originadas em mais de 50 países.

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