Mercado fechará em 5 h 4 min
  • BOVESPA

    129.689,05
    +921,59 (+0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.208,87
    +78,99 (+0,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,88
    +1,03 (+1,41%)
     
  • OURO

    1.792,70
    +15,30 (+0,86%)
     
  • BTC-USD

    34.211,52
    +4.709,09 (+15,96%)
     
  • CMC Crypto 200

    823,03
    +12,83 (+1,58%)
     
  • S&P500

    4.250,96
    +4,52 (+0,11%)
     
  • DOW JONES

    33.957,09
    +11,51 (+0,03%)
     
  • FTSE

    7.104,66
    +14,65 (+0,21%)
     
  • HANG SENG

    28.817,07
    +507,31 (+1,79%)
     
  • NIKKEI

    28.874,89
    -9,24 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    14.287,50
    +29,25 (+0,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9461
    +0,0263 (+0,44%)
     

Mais um caso? Hospital de SP investiga fungo negro em paciente com COVID-19

·2 minuto de leitura

No último dia 16, um homem de Manaus morreu de mucormicose, doença mais conhecida como fungo negro. O caso foi confirmado na última terça (1º). Já nesta quarta-feira (2), o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP passou a investigar um caso da doença em questão em um paciente com COVID-19.

A mucormicose mata mais de 50% dos acometidos, e em muitos casos, é preciso retirar cirurgicamente as partes do corpo afetadas pelo micro-organismo, como os olhos, por exemplo. Acontece que a doença necrosa os tecidos da face, atingindo nariz, olhos e podendo até invadir o cérebro. O surgimento do “fungo negro” em pacientes de COVID-19 na Índia acendeu o sinal de alerta no mundo, uma vez que mais de 9 mil pacientes infectados tiveram a doença.

No Brasil, além desse caso de Manaus, já tem mais um investigado em Santa Catarina. Atualmente, o Ministério da Saúde já está acompanhando o caso de SP. O paciente tem menos de 40 anos, teve um quadro moderado de COVID-19 e, por enquanto, não apresenta as comorbidades associadas ao “fungo negro”.

Hospital de SP investiga "fungo negro" em paciente com COVID-19 (Imagem: Laura Dewilde/Unsplash)
Hospital de SP investiga "fungo negro" em paciente com COVID-19 (Imagem: Laura Dewilde/Unsplash)

Há alguns fatores relacionados à proliferação do fungo, como diabetes, graças ao aumento da glicose. Pacientes com transplante de medula óssea e com doenças onco-hematológicas também estariam predispostos. No que diz respeito à COVID-19, a hipótese envolve o uso de corticoides, que aumenta a glicose e pode favorecer a proliferação dos fungos. A contração dos vasos sanguíneos e a inflamação gerada pela COVID-19 também poderiam facilitar o surgimento da mucormicose.

Mas é preciso ressaltar que o fungo negro não é transmissível e que, segundo os especialistas, não deve se transformar em um problema de saúde pública no Brasil.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos