Mercado abrirá em 4 h 42 min
  • BOVESPA

    119.297,13
    +485,13 (+0,41%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.503,71
    +151,51 (+0,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,02
    +0,84 (+1,40%)
     
  • OURO

    1.745,70
    -1,90 (-0,11%)
     
  • BTC-USD

    64.621,38
    +3.902,61 (+6,43%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.397,29
    +103,30 (+7,98%)
     
  • S&P500

    4.141,59
    +13,60 (+0,33%)
     
  • DOW JONES

    33.677,27
    -68,13 (-0,20%)
     
  • FTSE

    6.898,32
    +7,83 (+0,11%)
     
  • HANG SENG

    28.855,83
    +358,58 (+1,26%)
     
  • NIKKEI

    29.620,99
    +82,29 (+0,28%)
     
  • NASDAQ

    13.982,50
    +6,75 (+0,05%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,8422
    +0,0110 (+0,16%)
     

Mais de mil cidades têm risco de desabastecimento de oxigênio em até dez dias

Julia Noia
·1 minuto de leitura

RIO — Gestores de saúde de 1.068 municípios brasileiros apontam que há risco de desabastecimento de oxigênio nos próximos dez dias e 1.559 cidades informaram que, com o atual estoque, não será possível suportar uma eventual necessidade emergencial ou pico de Covid-19. Os dados são do levantamento feito pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e noticiado pelo jornal Folha de S.Paulo.

Das 2.411 cidades que responderam o questionário, 43 informaram que já não têm mais estoque de oxigênio cilíndrico.

Entre 18 de março e 6 de abril, representantes de secretarias municipais de todos os estados da federação apresentaram ao Conasems reclamações sobre falta de insumos, insuficiência de oxigênio para sustentar um recrudescimento da pandemia da Covid-19 e incapacidade de adquirir mais estoques de cilindros de oxigênio, essenciais para a internação de pacientes.

O risco de desabastecimento de oxigênio nos próximos dez dias é alarmante na Região Nordeste, na qual foram registradas 459 queixas em municípios dos nove estados, equivalente a 43% de todos os relatos.

Por outro lado, 90 cidades relataram a mesma preocupação na Região Sul, apesar dos estados apresentarem altas taxas de ocupação de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) para Covid-19.

Relatos dos secretários apontam que as principais queixas sobre o estoque estão relacionadas ao aumento de internações, que exige maior quantidade de cilindros, e dificuldades enfrentadas com fornecedores, que alegam não ter estoque para atender aos municípios. Essa é a justificativa apresentada pela maioria dos 98 secretários que afirmam que não conseguem comprar oxigênio no momento.

A situação também é grave para 20 municípios que informaram não conseguir comprar insumos hospitalares essenciais para proteger profissionais de saúde que acompanham pacientes com Covid-19, como máscaras, luvas, aventais e capotes.