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Mais americanos se sentem muito doentes para trabalhar

Henry Ren
·1 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Enquanto a pandemia de coronavírus avança nos Estados Unidos, trabalhadores do país cada vez mais deixam o emprego ou estão muito doentes para trabalhar.

O número de americanos empregados caiu 4,3 milhões nas duas semanas encerradas em 7 de dezembro, de acordo com a última edição do levantamento Household Pulse Survey do Escritório do Censo dos EUA. No período de duas semanas anterior, o número de trabalhadores com emprego havia aumentado em 2,4 milhões.

Quase 5 milhões de americanos disseram que não podem trabalhar porque estão infectados com o coronavírus. O número mais do que dobrou em menos de dois meses. Outros 5,2 milhões disseram que não estavam trabalhando por medo de adoecer ou espalhar o vírus, em relação a 4,8 milhões na contagem anterior.

Os dados destacam a ameaça que o aumento de casos representa para o mercado de trabalho em recuperação e a importância de controlar o coronavírus para impulsionar o crescimento econômico. Além da doença, mais de 6 milhões de americanos ficaram sem trabalho como resultado de empresas que fecharam temporariamente ou permanentemente por causa de restrições para controlar a pandemia, em comparação com 5,2 milhões na pesquisa anterior, segundo os dados.

Mais americanos enfrentam dificuldade pagar as contas e comprar alimentos. A proporção de adultos que disseram não ter o suficiente para comer nos últimos sete dias subiu para 12,7%, a maior parcela desde a pesquisa iniciada no final de abril.

O número total de pessoas empregadas nos EUA é de cerca de 140 milhões, de acordo com a pesquisa divulgada na quarta-feira.

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©2020 Bloomberg L.P.