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Mais de 800 pessoas presas em operação global usando aplicativo de mensagens

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Mais de 800 pessoas presas em operação global usando aplicativo de mensagens
Mais de 800 pessoas presas em operação global usando aplicativo de mensagens

Através de um aplicativo de mensagens, mais de 800 suspeitos de diversos crimes foram presas em uma operação em 18 países, que contou com ação conjunta da polícia da Austrália e do FBI e começou em 2018. Os oficiais chegaram aos suspeitos pelo app ANOM, aplicativo de mensagens criptografadas do próprio FBI.

Os suspeitos foram induzidos a usar o aplicativo, distribuído secretamente entre criminosos. Através do programa, a polícia foi capaz de monitorar conversas sobre tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e até mesmo planos de assassinato. Conseguir realizar a operação é considerada um “divisor de águas” pelas autoridades.

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O ANOM, aplicativo usado na operação, faz parte de uma rede de dispositivos criptografados, operada pelo FBI. Secretamente, a polícia federal norte-americana distribuiu dispositivos com o app de bate-papo no submundo do crime através de informantes, explicou a BBC.

A ideia para realizar a operação surgiu após duas outras plataformas criptografadas serem derrubadas por órgãos de segurança. Assim, as gangues precisaram de novos aparelhos seguros. Os dispositivos foram usados, inicialmente, por supostos criminosos ‘maiores’.

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De acordo com a polícia da Austrália, era preciso conhecer alguém envolvido com os crimes para conseguir os telefones, que não recebiam ligações nem e-mails. Cerca de 12 mil aparelhos foram usados por 300 organizações criminosas em mais de 100 países.

A chave para distribuir os telefones foi Haka Ayij, suspeito de tráfico de drogas e fugitivo australiano. Ele, inadvertidamente, recomendou o aplicativo para outros criminosos que conhecia, após receber um aparelho de policiais disfarçados.

Os principais alvos dos policiais foram gangues de traficantes e pessoas com ligações com a máfia. Além das pessoas presas, foram apreendidas drogas, armas, veículos de luxo e dinheiro. A lista incluiu oito toneladas de cocaína, 250 armas e mais de US$ 48 milhões (R$ 242 milhões), em diversas moedas e criptomoedas.

Para o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, a operação “desferiu um forte golpe contra o crime organizado” no mundo inteiro. Já a Europol, polícia da União Europeia, descreveu a operação como a “maior de aplicação da lei contra comunicação criptografada”.

Via: BBC

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