Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.800,79
    -3.874,54 (-3,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.868,32
    -766,28 (-1,48%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,81
    +0,19 (+0,26%)
     
  • OURO

    1.812,50
    -18,70 (-1,02%)
     
  • BTC-USD

    41.906,26
    +1.787,78 (+4,46%)
     
  • CMC Crypto 200

    955,03
    +5,13 (+0,54%)
     
  • S&P500

    4.395,26
    -23,89 (-0,54%)
     
  • DOW JONES

    34.935,47
    -149,06 (-0,42%)
     
  • FTSE

    7.032,30
    -46,12 (-0,65%)
     
  • HANG SENG

    25.961,03
    -354,29 (-1,35%)
     
  • NIKKEI

    27.283,59
    -498,83 (-1,80%)
     
  • NASDAQ

    14.966,50
    -71,25 (-0,47%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1880
    +0,1475 (+2,44%)
     

Mais de 8.500 crianças foram usadas como soldados em 2020, aponta ONU

·1 minuto de leitura
Crianças são usadas como soldados no Congo

NOVA YORK (Reuters) - Mais de 8.500 crianças foram usadas como soldados no ano passado em vários conflitos pelo mundo, e outras quase 2.700 foram mortas, afirmou a Organização das Nações Unidas nesta segunda-feira.

O relatório anual do secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, ao Conselho de Segurança da ONU sobre crianças e conflitos armados abrange assassinatos, mutilações e abuso sexual de crianças, além da abdução ou recrutamento, negação de acesso à atendimento de saúde e ataques a escolas e hospitais.

O documento apontou que violações foram cometidas contra 19.379 crianças em 21 conflitos. A maioria das violações em 2020 foi cometida na Somália, República Democrática do Congo, Afeganistão, Síria e Iêmen.

De acordo com o relatório, 8.521 crianças foram utilizadas como soldados no ano passado, enquanto outras 2.674 crianças foram assassinadas e 5.748 ficaram feridas em diversos conflitos.

O documento também inclui uma lista negra que tem a intenção de constranger as partes em conflitos com a esperança de puni-las para implementar medidas para proteger crianças. A lista tem sido objeto de polêmica, com diplomatas afirmando que a Arábia Saudita e Israel fizeram pressão nos últimos anos para ficar de fora dela.

Israel nunca figurou na lista, enquanto a coalizão militar liderada pelos sauditas foi removida da lista em 2020 anos após ter sido apontada e constrangida por causar mortes e ferir crianças no Iêmen.

Em uma iniciativa para atenuar as controvérsias em torno do relatório, a lista publicada em 2017 por Guterres foi dividida em duas categorias. Uma delas lista as partes que colocaram em vigor medidas para proteger crianças e a outra inclui partes que não tomaram nenhuma atitude.

(Reportagem de Michelle Nichols)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos