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Mais de 50% das empresas brasileiras planejam fusões e aquisições em 2022

·3 minuto de leitura

Dados da Pesquisa ABES/BR Angels/Solstic Advisors: percepções sobre fusões e aquisições no atual cenário do mercado brasileiro mostram que as operações de fusão e aquisição são vistas como promissoras por 86% dos empreendedores e executivos de alto escalão de empresas brasileiras. E mais: 50,5% pretendem realizar alguma transação nos próximos 12 meses.

O levantamento foi realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES) em parceria com o BR Angels Smart Network, de investimento-anjo, e a Solstic Advisors, especializada em operações fusão e aquisição e em captação de recursos. A pesquisa foi realizada em julho de 2021 e teve a participação de 105 empresários e executivos de alto escalão de empresas brasileiras de segmentos como tecnologia, serviços, educação, varejo, indústria e agronegócio.

Ao fazer uma ação de fusão e aquisição, a maioria dos entrevistados (63,8%) diz que avalia o modelo de negócio da empresa que será alvo da negociação. Outros aspectos considerados são escalabilidade (52,4), inovação (50,5%), saúde financeira (43,8%), equipe e liderança (41%), valor de mercado (33,3%), cultura organizacional (27,6%) e governança (25,7%).

Imagem: Reprodução/DepositPhotos
Imagem: Reprodução/DepositPhotos

Entre os motivos que levam os entrevistados a considerarem a transação, em primeiro lugar está a possibilidade de aumentar a participação de mercado (42,9%). Outras razões incluem a incorporação de tecnologias (35,7%), a aceleração da transformação digital (21,4%), a inclusão de talentos (21,4%), a entrada em novos mercados (21,4) e o ganho de competitividade (14,3%).

Outra informação importante é que 13,3% dos entrevistados afirmam ter participado de operações do tipo nos últimos dois anos. Nesse grupo, 50% são do mercado de tecnologia da informação, 14,3% do varejo e 14,3% do setor financeiro. "As baixas taxas de juros e a alta liquidez impulsionaram as bolsas de valores e aqueceram o cenário", avalia Flávio Batel, sócio-fundador e CEO da Solstic Advisors.

Orlando Cinta, fundador e CEO do BR Angels, diz que as startups têm muito a ganhar com o aumento das operações de fusão e aquisição no país. "O cenário é promissor especialmente para startups e negócios que tragam soluções inovadoras e complementares em diversos mercados”, destaca.

Tecnologia é destaque

Segundo o estudo, os setores que mais devem fazer operações de fusão e aquisição nos próximos meses são tecnologia (66%), e-commerce (5,7%) e logística (5,7%). A maior parte dos entrevistados (35,8%) pretende investir entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões em aquisições.

Imagem: Reprodução/Elements/nd3000
Imagem: Reprodução/Elements/nd3000

Outros 17% planejam aplicar entre R$ 5 milhões e R$ 15 milhões, enquanto 9,4% consideram valores entre R$ 30 milhões e R$ 50 milhões. Apenas 3,8% afirmam que devem investir mais de R$ 50 milhões. Os 30,2% restantes preferiram não divulgar esses dados.

O estudo aponta, ainda, que fusões e aquisições devem ter destaque ao longo dos próximos 24 meses. Quase 24% dos entrevistados pretendem investir ou adquirir negócios externos iniciantes. A maioria (75,2%), entretanto, ainda não tem uma área estruturada na empresa. Dos 24,8% que têm, 10,5% usam um departamento externo, 7,6% têm a estrutura internamente e 2,9% têm uma estrutura dedicada.

Fonte: Canaltech

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