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Mais de 1 milhão de usuários buscaram maneiras de roubar contas da Meta

Embora o Facebook já não esteja mais em seus melhores dias, os serviços ligados à rede social de Mark Zuckerberg, assim como os “apps-irmãos” Instagram e WhatsApp, continuam entre os principais alvos de potenciais cibercriminosos. De acordo com um estudo do provedor de serviços digitais NordVPN, entre as 2 milhões de pesquisas analisadas, 70% delas (1,3 milhão) incluíam as plataformas de mídia social da Meta.

O estudo da NordVPN foi realizado em 50 países, com análise das buscas tanto em inglês quanto no idioma local. Os países com a maior quantidade de pessoas interessadas em violar os serviços da empresa-mãe do Facebook, a Meta, são Índia, México e Brasil. Argentina e Filipinas vêm na sequência.

No Brasil, foram 126,2 mil pesquisas, sendo 92,4% no Meta, com 116,6 mil acessos sobre o tema. As demais plataformas consultadas sobre maneiras de “hacker” somam 9,6 mil buscas, e envolvem as palavras “Gmail”, “Google”, “Snapchat”, “Wi-Fi” e “email”.

Vale destacar que, segundo a NordVPN, 9 em cada 10 usuários conhecem pelo menos uma pessoa que teve suas contas de mídia social hackeadas. Além de o Instagram continuar em alta, assim como o WhatsApp, o Facebook, embora não tenha os dias de glória do passado, segue como uma das principais formas de autenticação de identidade em sites de terceiros — ou seja, se alguém conseguir a posse dessas contas, pode ter acesso a lojas online que armazenam dados de cartão de crédito e outras informações.

“Por mais inofensivas que essas pesquisas possam parecer, elas podem culminar na violação da privacidade de alguém. Uma pessoa pode obter controle sobre as contas de rede social do seu ex-parceiro, ou um empresário pode interromper as operações de seu concorrente. Sem mencionar que muitos hackers se lembram de começar suas ‘carreiras’ a partir dessas buscas no Google”, diz Adrianus Warmenhoven, especialista em segurança cibernética da NordVPN.

Fonte: Canaltech

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