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Maioria das transações bancárias do Brasil já acontece pelo celular

·2 minuto de leitura

A transformação digital acelerada pela pandemia do COVID-19 trouxe mudanças de hábitos para o comportamento bancário brasileiro. Segundo a Pesquisa Febraban (Federação Brasileira de Bancos) de Tecnologia Bancária 2021 (correspondente ao ano de 2020), pela primeira vez a maioria das transações bancárias por aplicativos mobile foram maioria no país, correspondendo a 51% do total.

Ao todo, foram movimentados R$ 52,9 bilhões por celulares, um aumento considerável em relação aos R$ 37 bilhões registrados no ano anterior. Apesar de os aparelhos portáteis terem ganhado destaque, o total de transações teve um crescimento total de 20% em todos os meios canais bancários (internet, agências, caixas eletrônicos, correspondentes bancários e contact centers), em operações que totalizaram R$ 103,5 bilhões.

O levantamento mostra que o total de contas ativas no mobile banking (aquelas que tiveram alguma movimentação em um período de 6 meses) chegou a 198,2 milhões — mais do que o dobro das 92,4 milhões registradas no ano anterior. Embora 70 milhões delas tenham sido abertas para receber o Auxílio Emergencial do Governo Federal, o setor já esperava um crescimento de 39% mesmo sem considerar os efeitos do programa de transferência de renda.

Pix e investimentos de segurança se destacam

A pesquisa também mostra uma boa aceitação do Pix, solução de pagamentos que entrou em vigor em novembro de 2020. Em sua estreia, a tecnologia movimentou R$ 59,2 milhões entre 21 bancos analisados, valor que saltou para R$ 338,2 milhões em março — o crescimento de 471% pode ser explicado pelo espaço que o sistema ganhou em relação a opções mais tradicionais, como DOCs e TEDs. Ao todo, já são amis de 519 mil usuários cadastrados para fazer transições com a tecnologia.

Com o aumento do uso dos canais digitais, os bancos também estão investindo mais em tecnologias que garantem a segurança de seus clientes e funcionários. Em 2020 os investimentos totais chegaram a R$ 25,7 bilhões, um aumento de 8% em relação a 2018 — os departamentos de TI também foram reforçados, voltando uma média de 10% de seus orçamentos para a cibersegurança.

Para Isaac Sidney, presidente da Febraban, o ano foi especialmente desafiador para o setor bancário, que teve que lidar com uma crise de saúde que trouxe graves consequências econômicas para o mundo. No entanto, ele afirma que o setor bancário brasileiro se mostrou capaz de se adaptar bem à situação, investindo em tecnologias de ponta e novos serviços como uma forma de garantir a segurança de seus clientes, que não precisam sair de casa para realizar as operações que precisam.

Fonte: Canaltech

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