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Maiores bancos dos EUA reduzem cada vez mais oferta de crédito

Shahien Nasiripour
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Os maiores bancos dos Estados Unidos reduziram o peso dos empréstimos nos balanços para uma nova mínima, o que reforça a tendência entre as maiores instituições financeiras de apostarem cada vez menos em consumidores comuns.

O total de empréstimos dos 25 maiores bancos dos EUA agora responde por menos de 46% de seus ativos combinados, abaixo dos 54% no mesmo período do ano passado, de acordo com dados divulgados na sexta-feira pelo Federal Reserve. Em 45,8%, a proporção do total de ativos destinados a empréstimos é o nível mais baixo em quase 36 anos de dados semanais.

Os números fornecem um quadro real de um setor que tem alardeado seu apoio para empresas e famílias enquanto a pandemia de Covid-19 abala a economia. Embora o montante total emprestado pelos bancos tenha estagnado, as maiores instituições do país expandiram rapidamente outras partes dos negócios, como posições em Treasuries e títulos hipotecários garantidos pelo governo.

Os empréstimos caíram pouco mais de 1% em relação ao ano passado, para US$ 5,5 trilhões, valor que inclui novos empréstimos agora garantidos pela Administração de Pequenas Empresas dos EUA. Ao mesmo tempo, os balanços dos grandes bancos se expandiram em mais de 17%, para US$ 12 trilhões, depois que o Fed inundou o sistema com capital na esperança de que as empresas mantivessem o fluxo de crédito para a economia dos EUA. Os bancos mantiveram parte desses fundos no caixa e usaram uma grande parcela do restante para comprar títulos garantidos pelo governo federal.

Os empréstimos têm enfrentado escrutínio durante a pandemia com o recuo dos bancos enquanto pequenas empresas e famílias enfrentam dificuldade para pedir crédito com taxas razoáveis. Grandes corporações de capital aberto dependem muito dos mercados de títulos para fornecer o crédito necessário.

Os empréstimos começaram a responder por menos da metade dos balanços dos grandes bancos pela primeira vez em maio passado e, nas 35 semanas desde então, a oferta de crédito atingiu recorde de baixa 21 vezes.

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