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Maiores de 65 anos são principais consumidores do mercado de luxo online

·2 min de leitura

Com a maior parte das vendas em lojas físicas de grandes marcas antes da pandemia, o mercado de luxo teve de se adaptar ao meio digital com a chegada do distanciamento social. Com isso, os consumidores do segmento, que sempre prezaram por atendimento presencial exclusivo e personalizado, passaram por uma transformação em suas preferências.

A conclusão é de um estudo da Infobip, plataforma de comunicação omnichannel. No Brasil, o setor teve crescimento de 51,74% em setembro de 2021, em relação ao mesmo período de 2020. Até 2025, a expectativa é que esse mercado cresça 3%, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Luxo (Abrael).

O principal grupo de consumidores desses artigos engloba indivíduos com 65 anos ou mais. Antes da pandemia, esses clientes não estavam convencidos do uso do e-commerce. Em 2020, entretanto, gastaram 49% a mais nessa modalidade em comparação com 2019.

Segmento de luxo teve de se adaptar ao e-commerce (Imagem: Reprodução/Pexels/Wendy Wei)
Segmento de luxo teve de se adaptar ao e-commerce (Imagem: Reprodução/Pexels/Wendy Wei)

Craig Charles Webster, head de marketing Latam da Infobip, diz que a tendência é que a prática continue mesmo após a pandemia, pois os consumidores entenderam a facilidade do digital. “Como esses consumidores não são nativos digitais, as marcas precisam mudar a maneira como se comunicam com eles e implementar estratégias disponíveis em diversos canais, como WhatsApp, aplicativos, redes sociais, telefone e e-mail”, aponta.

Consumidores de diferentes faixas etárias mudaram hábitos e expectativas com a pandemia. Os dados da Infobip demonstram que 70% daqueles na faixa dos 20 aos 40 anos permitem que os varejistas rastreiem seu histórico de navegação para que possam receber uma experiência personalizada da marca.

Para Webster, com o uso e a ascensão do digital, a indústria precisará proporcionar experiências phygital aos consumidores. “A excelência no atendimento ao cliente precisa existir tanto fisica quanto virtualmente. No virtual, muitas vezes, as empresas não se preocupam com a personalização e a exclusividade, um ponto importante para conquistar a clientela de luxo.”

Fonte: Canaltech

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