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Maior sindicato da Alemanha consegue aumento salarial e evita greve

O maior sindicato da Alemanha chegou a um acordo nesta sexta-feira (18) para aumentar os salários em 8,5% no setor de eletrometalurgia, o que evitará uma grande greve na principal economia da Europa.

O pacto firmado entre os empregadores e o sindicato IG Metall do estado de Baden-Wurttemberg (sul) será acompanhado de perto em todo continente, em um contexto de alta dos preços da energia pela invasão russa da Ucrânia.

O aumento salarial deve ser aplicado a mais de 3,9 milhões de trabalhadores e será implementado em duas fases: a primeira em 2023; e a segunda, em 2024, disse o IG Metall em um comunicado divulgado após semanas de negociações.

O acordo inclui ainda um pagamento de 3.000 euros (3.100 dólares) para enfrentar a inflação, que ultrapassou os 10% neste país em outubro, a mais alta desde o início da década de 1950.

"Em breve, os funcionários terão muito mais dinheiro no bolso, e permanentemente", disse o presidente do poderoso sindicato, Jörg Hofmann.

Inicialmente, o IG Metall – cujos membros são de setores-chave, como automobilístico e eletrônico – pediu um aumento de 8% em 12 meses, sua maior demanda desde 2008.

Mas os funcionários aumentaram a pressão por meio de manifestações e "greves de advertência" no final de outubro. Essas greves de curto prazo geralmente acompanham as negociações salariais na Alemanha.

Se um acordo não fosse alcançado, o país enfrentaria greves de mais de 24 horas.

Os empregadores, que inicialmente consideraram a reivindicação como pouco realista, viram que o risco era muito grande. "Um conflito social teria causado danos ainda maiores", disse Gesamtmetall em um comunicado.

smk-sr/hmn/rl/sag/eg/aa/tt