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Maior produtora de lítio acelera produção para atender à demanda

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- A Albemarle, maior produtora de lítio do mundo, acelera a produção o mais rápido possível e estuda novas oportunidades quando compradores do metal usado em baterias tentam responder à maior demanda por veículos elétricos.

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A empresa planeja iniciar as vendas da produção de uma nova usina no Chile no início de 2022 e de uma expansão na Austrália Ocidental em meados do ano, enquanto reinicia outra mina desativada. Ao mesmo tempo, avalia uma oferta para novos contratos no Chile e busca possíveis aquisições na Austrália, América do Norte e Europa, disseram executivos em entrevista na quinta-feira.

Um forte aperto no mercado de lítio - um dos principais componentes de baterias recarregáveis - fez com que um índice de referência mais que dobrasse de valor em 2021, além de elevar os preços na China a níveis recordes. Com pouco ou nenhum estoque no sistema no momento e previsões de que a demanda vai mais do que triplicar até 2025, os clientes compram todo o lítio que podem.

“Estamos indo o mais rápido que podemos” em termos de execução de projetos, disse o CEO Kent Masters na sede da empresa em Charlotte, Carolina do Norte.

A empresa poderia colocar em operação um segundo e terceiro trem para seu projeto Wodgina, na Austrália, uma vez que tenha a capacidade de conversão no local. Também pretende ativar operações nos Estados Unidos “um pouco mais adiante”, acrescentou.

No Chile, a Albemarle comprou as bases de licitação para uma nova rodada de contratos oferecidos pelo governo. A empresa estuda a possibilidade de disputar áreas próximas às operações existentes, inclusive perguntando como os contratos podem ser vistos pelo próximo governo, disse Eric Norris, diretor de lítio da empresa, na mesma entrevista.

“É um ambiente político muito complexo”, disse Norris. “Estamos fazendo nossa diligência prévia nesse processo agora.”

A Albemarle não descarta se juntar à onda de aquisições no setor, embora o foco agora seja em ativos de conversão, em vez de recursos de mineração.

Ainda assim, a empresa vai olhar projetos de rocha dura na Austrália Ocidental e “acompanha de perto” alguns recursos em desenvolvimento na América do Norte e na Europa, disse Norris.

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