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Maior pressão no IPA desde 2003 fomenta aposta em alta de juro

Josue Leonel
·1 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A inflação no atacado no Brasil, que supera 42% e está maior nível em quase duas décadas, ajuda a alimentar as expectativas de que o Banco Central vai iniciar um ciclo de aperto monetário com alta de ao menos 0,50 pp da Selic nesta quarta-feira, dizem analistas.

Atuações recentes do Banco Central no câmbio também podem ser uma tentativa de evitar altas ainda maiores dos preços ao produtor, que sofrem efeito mais direto do dólar, diz Cristiano Oliveira, economista-chefe do Banco Fibra

A alta dos preços no atacado está no mesmo nível de quase vinte anos atrás, quando a disparada do dólar foi atribuída a especulações, não confirmadas, de que o Brasil poderia dar calote na dívida se o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva fosse eleito.

O IPA-10, índice de preços no atacado da FGV, subiu 43,65% em 12 meses até abril de 2003, refletindo em parte o repasse da alta do dólar de 53% em 2002. Em 2020, o dólar subiu 29% contra o real, que teve o segundo pior desempenho entre as moedas emergentes.

Neste ano, além do câmbio, a alta das commodities também ajuda a pressionar os preços ao produtor.

Não é possível ter a desvalorização cambial recente sem consequências para a inflação, diz Sergio Zanini, sócio e gestor da Galapagos Capital, que defende uma alta agressiva dos juros para conter a alta do dólar e reduzir as pressões inflacionárias. “Se o câmbio ceder, as expectativas de inflação vão se manter ancoradas´´.

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