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Maior bolsa de criptomoedas do mundo, Binance é proibida de atuar no Reino Unido

·3 minuto de leitura
Maior bolsa de criptomoedas do mundo, Binance é proibida de atuar no Reino Unido
Maior bolsa de criptomoedas do mundo, Binance é proibida de atuar no Reino Unido

A maior bolsa de criptomoedas do mundo está proibida de operar no Reino Unido. No último sábado (26), a Autoridade de Condução Financeira (FCA, na sigla em inglês) que regula o sistema financeiro britânico determinou que a Binance não tem “permissão para realizar qualquer atividade regulamentada” no território.

“Devido à imposição de requisitos pela FCA, a Binance Markets Limited não tem permissão para realizar quaisquer atividades regulamentadas sem o consentimento prévio por escrito da FCA”, notificou, em nota, o órgão britânico. O mesmo texto deverá figurar no site e aplicativo da bolsa de criptomoedas a partir do próximo dia 30.

Apesar do veto do órgão britânico, empresas não registradas pela FCA ainda podem interagir com investidores do Reino Unido. No entanto, a Autoridade de Condução Financeira britânica afirma que ao investir em criptoassets por meio dessas entidades, os consumidores não terão o respaldo de serviços de compensação como Financial Ombudsman Service ou Financial Services Compensation Scheme caso as coisas derem errado.

Ou seja, a Binance ainda pode oferecer transações de criptoativos britânicos por meio de seu site. Em seu Twitter, a maior bolsa de criptomoedas do mundo em volumes de negociação reconheceu a notificação da FCA, mas afirmou que a ação não deverá impactar suas operações.

“O aviso da FCA U.K. não tem impacto direto nos serviços prestados no Binance.com. Nosso relacionamento com nossos usuários não mudou”. publicou a companhia. “Estamos ativamente nos mantendo a par das mudanças nas políticas, regras e leis neste novo espaço”, complementou.

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Vale lembrar que essa não é a primeira restrição anunciada contra a Binance. Em março deste ano, a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) acionou o Ministério Público Federal (MPF) para o ajuizamento de ação pública de responsabilidade contra a Binance.

Já na semana passada, a Agência de Serviços Financeiros do Japão comunicou que a Binance estava operando no país asiático sem a permissão local.

Ilustração de martelo do tribunal e ao fundo uma bandeira do Reino Unido
Decisão britânica é mais uma das restrições adotadas por diversos países do mundo contra os criptoativos. Foto: Marian Weyo/Shutterstock

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Cerco global contra os criptoativos

A recente repressão do Reino Unido contra a Binance é mais um sinal da tendência restritiva contra os ativos digitais adotados pelo mundo todo. Embora os investimentos nos ativos tenham crescido nos últimos anos, os impasses regulatórios também têm aumentado.

Em maio, a China proibiu que as instituições financeiras e empresas de pagamento do país forneçam serviços relacionados a transações de criptomoedas. Os Estados Unidos, por sua vez, passou a exigir que qualquer transferência de criptomoedas igual ou maior do que US$ 10 mil seja relatada ao IRS, serviço de receita do Governo Federal americano.

Também no mês passado, a Securities and Exchange Commission (SEC) da Tailândia deu o prazo de 30 dias para que o país proíba criptomoedas memes, NFTs e tokens de exchange. A Índia estuda banir as criptomoedas em seu país e aplicar multas em casos de posse ou transações desses ativos.

Naturalmente, todas essas medidas têm tumultuado o mercado de criptoativos. Embora esses investimentos sejam enquadrados como “ativos do futuro”, a falta de regulamentação coloca um grande ponto de interrogação sobre o que está por vir. E ao que tudo indica, as negociações desses ativos não serão tão fáceis e livres como no passado recente.

Fonte: CNBC

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