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Maia diz que foi grosseiro com Guedes e pede soluções dentro do teto

DANIELLE BRANT E BERNARDO CARAM
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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Sob o argumento de que assume os próprios erros, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira (5) que foi 'indelicado' e 'grosseiro' com o ministro Paulo Guedes (Economia). Após jantar de reconciliação com o ministro, Maia voltou a defender o cumprimento da regra do teto de gastos e afirmou que a agenda de reformas não pode parar por causa das eleições municipais. "Nos meses seguintes à Previdência, por divergências, por erros, e eu assumo ou meus, fomos nos afastando, agora na pandemia mais ainda. Na semana passada fui indelicado e grosseiro, não é do meu feitio", afirmou, ao lado de Guedes. Segundo o presidente da Câmara, é preciso encontrar soluções para o novo programa social do governo que respeitem o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas públicas à variação da inflação. "Terá sempre uma polêmica, uma dificuldade, mas não fomos eleitos apenas para ficar esperando o tempo passar, fomos eleitos para assumir responsabilidades. A agenda de reformas não pode parar independente de eleição municipal", disse.