Mercado fechará em 5 h 34 min
  • BOVESPA

    116.091,03
    +423,25 (+0,37%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.151,38
    -116,95 (-0,26%)
     
  • PETROLEO CRU

    62,75
    -0,47 (-0,74%)
     
  • OURO

    1.779,50
    -18,40 (-1,02%)
     
  • BTC-USD

    51.293,88
    +1.520,39 (+3,05%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.025,10
    +10,18 (+1,00%)
     
  • S&P500

    3.925,43
    +44,06 (+1,14%)
     
  • DOW JONES

    31.961,86
    +424,51 (+1,35%)
     
  • FTSE

    6.678,81
    +19,84 (+0,30%)
     
  • HANG SENG

    30.074,17
    +355,93 (+1,20%)
     
  • NIKKEI

    30.168,27
    +496,57 (+1,67%)
     
  • NASDAQ

    13.177,50
    -124,50 (-0,94%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6650
    +0,0945 (+1,44%)
     

Magazine Luiza registra prejuízo de R$ 8 milhões no primeiro trimestre

Redação Finanças
·2 minuto de leitura
Foto: Reuters
Foto: Reuters

A Magazine Luiza anunciou na segunda-feira (25) o registro de um prejuízo líquido de R$ 8 milhões no primeiro trimestre de 2020. O resultado já inclui o início da pandemia de coronavírus, que obrigou a varejista a fechar as portas de centenas de lojas físicas no País.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

Como comparação, no mesmo período de 2019, a companhia teve lucro líquido de R$ 125,6 milhões.

Leia também

Segundo a varejista, o resultado líquido negativo foi, de fato, decorrente do fechamento temporário das lojas físicas devido à pandemia de coronavírus e do aumento das despesas, com a consolidação da compra da Netshoes, investimentos para melhorar o serviço e aquisição de novos clientes.

A empresa estima que as lojas físicas deixaram de vender R$ 500 milhões enquanto permaneceram fechadas.

A pandemia, por outro lado, impulsionou o comércio digital, que cresceu 72,6% em relação ao primeiro trimestre de 2019, se tornando, pela primeira vez, a maior parte das vendas da varejista, com 53% do total dos primeiros três meses do ano. No último trimestre de 2019, essa fatia era de 48%.

O salto do comércio online levou as vendas totais no primeiro trimestre a crescerem 34% para R$ 7,7 bilhões. Espera-se que no segundo trimestre, cujos resultados só serão conhecidos em julho, a participação do ecommerce nas finanças da empresa seja ainda maior.

A Magazine Luiza, porém, destaca que há um "significativo desafio de rentabilização deste modelo mais monocanal. Isso porque as lojas físicas, que costumam gerar elevada contribuição positiva, estão fechadas e boa parte das despesas fixas das mesmas continuam existindo".

A companhia renegociou contratos e reduziu custos, mas não conseguiu compensar a queda de vendas nas unidades físicas.

O custo do ecommerce também aumentou, sem a opção do cliente retirar a mercadoria adquirida online na loja física, que representava 40% das vendas da Magalu.

Outro efeito das lojas fechadas foi o aumento no atraso do pagamento das faturas do Luizacred, linha de crédito em parceria com o Itaú Unibanco, que, segundo a Magalu devem ter impacto ainda maior no segundo trimestre.

Com a contração econômica em decorrência da pandemia, o Luizacred, assim como a maior parte dos bancos, aumentou a fatia de provisão para calotes em 29,7%, para R$ 274 milhões.

**Com informações da FOLHAPRESS

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube e aproveite para se logar e deixar aqui abaixo o seu comentário.