Mercado abrirá em 5 h 53 min
  • BOVESPA

    120.705,91
    +995,88 (+0,83%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.829,31
    +80,90 (+0,17%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,69
    -0,13 (-0,20%)
     
  • OURO

    1.834,60
    +10,60 (+0,58%)
     
  • BTC-USD

    49.414,36
    -1.825,27 (-3,56%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.365,75
    -22,16 (-1,60%)
     
  • S&P500

    4.112,50
    +49,46 (+1,22%)
     
  • DOW JONES

    34.021,45
    +433,79 (+1,29%)
     
  • FTSE

    6.963,33
    0,00 (0,00%)
     
  • HANG SENG

    28.039,71
    +321,04 (+1,16%)
     
  • NIKKEI

    28.084,47
    +636,46 (+2,32%)
     
  • NASDAQ

    13.215,00
    +114,75 (+0,88%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4254
    +0,0129 (+0,20%)
     

Mãe perde guarda de filho na Justiça e alega discriminação por ser vegana

Colaboradores Yahoo Notícias
·2 minuto de leitura
Patrícia Garcia perdeu a guarda do filho e alegou discriminação por ser vegana

A Justiça do Paraná tirou de uma mãe a guarda do filho, de um ano e dois meses, por apresentar grave quadro de saúde e falta de vacinação. A mulher, Patrícia Garcia, alega ter sofrido discriminação por ser vegana e adepta da religião Hare Krishna.

De acordo com o portal G1, a decisão da Vara da Infância e Juventude de Foz do Iguaçu diz que a guarda do menino foi transferida ao pai, Julio Moreira, de forma provisória. A Justiça entendeu que a mãe, que cuidou sozinha do filho desde a gestação, foi negligente e que a criança corria riscos de saúde.

Patrícia, que nasceu no Paraguai, alega que não foi ouvida para poder se defender e provar que não foi negligente. Por isso, fez um abaixo-assinado online que, até a última sexta-feira (18), contava com mais de 90,6 mil assinaturas. A defesa da mãe entrou com recurso no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) e aguarda que a decisão liminar do processo seja revertida.

Relatórios apresentados à Justiça apontaram que a mãe proibia a criança de consumir alimentos com proteína animal. Também não concordava com a aplicação de vacinas por questões pessoais e porque algumas eram de origem animal. A advogada da mulher explicou que o calendário de imunização estava desatualizado por recomendação médica, pois o menino apresentou alergias.

Segundo a defesa, Patrícia diz ter sofrido violência doméstica durante o casamento e, por isso, tem uma medida protetiva vigente contra o ex-marido, que podia ver o filho com permissão da mãe. O processo de transferência de guarda teve início após o processo de separação e partilha de bens do casal.

Procurada pelo G1, a defesa do pai não quis se manifestar sobre o caso de violência.

A Secretaria de Direitos Humanos de Foz do Iguaçu emitiu uma declaração dizendo que Patrícia teve o direito à maternidade violado após o filho, em fase de amamentação, ser entregue ao pai.