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Macy’s estuda elevar oferta de marcas de propriedade de negros

Jordyn Holman e Gerald Porter Jr.
·2 minutos de leitura

(Bloomberg) -- A Macy’s está se preparando para o compromisso de dedicar uma parte de seu espaço nas prateleiras a marcas de propriedade de pessoas negras, um sinal de que o movimento por fontes mais diversificadas está ganhando força em varejistas de renome com real poder de compra.

A rede de lojas de departamentos escreveu em apresentação a investidores neste mês que comprometeu-se a atender o pedido da 15 Percent Pledge para “aumentar o fluxo de fornecedores diversos” na empresa. A Macy’s não especificou se a medida seria para a loja inteira ou apenas uma unidade, como a divisão de beleza. Também não deu um cronograma para a ação.

A Macy’s não quis comentar sobre o tema.

A organização 15 Percent Pledge, que teve origem após o assassinato de George Floyd, apelou às principais varejistas para que ampliem sua base de fornecedores para incluir mais produtos de empresas cujos proprietários sejam pessoas que não são brancas. Até o momento, as maiores varejistas que se comprometeram foram Sephora, West Elm e Rent the Runway. Adicionar a maior loja de departamentos do país seria uma grande vitória para o movimento.

A promessa é um passo além das demonstrações corporativas padrão de apoio à comunidade negra durante períodos de agitação civil. Empresas inundaram as redes sociais com declarações de apoio aos manifestantes, mas poucas revelaram todos os seus dados sobre a composição racial de seus funcionários. Outras empresas, que prometeram dobrar suas fileiras de líderes negros, agora estão sendo examinadas pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos sobre as promessas de contratação.

A Macy’s também planeja divulgar seus gastos com fornecedores diversos em novembro, segundo a apresentação.

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