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Múltiplos apelos para reformar o Conselho de Segurança da ONU

·1 minuto de leitura
(ARQUIVO) Diplomatas em reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova York, em 25 de janeiro de 2019

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU foram instados nesta sexta-feira(7) pelos membros não permanentes e pelo presidente da Assembleia Geral a aceitar a ampliação do órgão para salvar sua "legitimidade".

Durante uma sessão ministerial do Conselho de Multilateralismo, China, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e França, membros permanentes do órgão, evitaram abordar essa reforma que está em debate na Assembleia Geral, mas não avança.

Em muitos conflitos, "a razão do fracasso" do Conselho de Segurança vem "das diferenças entre os membros permanentes", disse o presidente da Assembleia, Volkan Bozkir, da Turquia.

A expansão do Conselho é considerada essencial por países como Índia, candidato a assento permanente, Vietnã, Níger, Irlanda, Tunísia e México.

"A ONU hoje tem 193 Estados-membros, ou seja, quatro vezes mais do que em 1945. A representação limitada e os privilégios de alguns (...) são um desafio à sua credibilidade e eficácia", disse em nome da Índia seu ministro das Relações Exteriores Vardhan Shringla.

“Como explicar a contradição da não representação da África no Conselho de Segurança entre os membros permanentes quando as questões africanas são impostas à agenda”, questionou.

Considerou que a atual composição do Conselho é típica de uma "época passada" e que "não proporcionará soluções efetivas para quem não tem voz".

Todos os países que defenderam a reforma são membros não permanentes por dois anos.

prh/rle/gm/dg/jc