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Módulo de ascensão usado na missão Apollo 11 ainda pode estar na órbita da Lua

·2 minuto de leitura

Em 1969, a missão Apollo 11 levou os primeiros humanos à Lua — e parece que, mesmo depois de 52 anos, parte dela continua por lá. Uma nova pesquisa sugere que o módulo de ascensão, usado para levar os astronautas de volta ao módulo de comando, ainda pode estar orbitando nosso satélite natural.

Após permanecerem mais de 21 horas sobre a Lua, os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin usaram uma parte do módulo de pouso Eagle, chamado módulo de ascensão, para retornarem ao módulo de comando em órbita, onde permanecia Michael Collins. Os engenheiros da NASA, àquela época, deduziram que o módulo voltaria para a superfície lunar depois de algum tempo, mas uma pesquisa conduzida por James Meador, pesquisador independente do Caltech, apresenta algumas evidências que sugerem o contrário.

O módulo de ascensão trazendo os astronautas de volta da Lua (Imagem: Reprodução/NASA)
O módulo de ascensão trazendo os astronautas de volta da Lua (Imagem: Reprodução/NASA)

Para iniciar a investigação, Meador considerou a possibilidade de encontrar o módulo de ascensão na superfície da Lua. Em 2012, a NASA enviou algumas espaçonaves para a órbita lunar como parte do projeto chamado GRAIL, que mapearia o campo gravitacional do nosso satélite natural. Então, o pesquisador pensou que seria possível rastrear a descida do estágio usando a Ferramenta de Análise de Missão Geral — usada para localizar as trajetórias dos objetos ao redor de planetas ou luas, uma vez que seus campos gravitacionais são conhecidos.

Os dados obtidos pelo GRAIL foram usados pelo pesquisador em uma série de simulações, considerando diferentes parâmetros que recriassem o que poderia ter acontecido com o módulo desde o momento em que foi abandonado pelos astronautas da Apollo 11 até hoje. Além disso, Meador incluiu a interferência da gravidade do Sol e de outros planetas, bem como a própria radiação solar.

A descoberta de Meador foi que, em todos os cenários apresentados em suas simulações, o módulo de ascensão permanecia orbitando a Lua em vez de retornar para a superfície dela. Claro que outro fator desconhecido poderia ter levado a nave ao desaparecimento — por exemplo, seu combustível restante poderia ter explodido —, mas o pesquisador ressalta que, de todo modo, se a NASA decidir procurá-lo, já tem as tecnologias necessárias para tal.

A pesquisa foi publicada pela Cornell University, em maio deste ano.

Fonte: Canaltech

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