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México confirma ordem de prisão internacional contra empresário de aviação

·1 minuto de leitura
(Arquivo) O empresário mexicano Miguel Alemán Magnani

A Interpol emitiu um mandado de prisão internacional contra o empresário mexicano Miguel Alemán Magnani, acionista minoritário da companhia aérea Interjet, acusado de fraude fiscal, confirmaram nesta terça-feira autoridades mexicanas.

A chamada "ficha vermelha" foi outorgada há duas semanas, atendendo a um pedido da procuradoria-geral mexicana (FGR), que busca o empresário por não ter efetuado o pagamento de cerca de US$ 3,3 milhões correspondente ao imposto de renda, detalhou uma fonte judicial à AFP.

Javier Mondragón, advogado do empresário, disse nesta terça-feira à TV local Milenio que seu cliente está na França, para onde viajou em fevereiro a fim de se reunir com potenciais investidores.

Alemán Magnani, neto do ex-presidente Miguel Alemán Valdés (1946-1952) e filho de Miguel Alemán Velasco, ex-governador do estado de Veracruz (1998-2004) e ex-executivo da rede Televisa, é herdeiro de um vasto legado de poder político e empresarial.

Após ocupar cargos executivos na Televisa, Alemán Magnani desenvolveu seu maior empreendimento com a companhia aérea Interjet, que começou em 2005 como empresa de baixo custo e posteriormente adotou um modelo mais tradicional.

A empresa, que operava rotas domésticas, na América do Sul e na América do Norte, foi severamente afetada pela pandemia, que a levou a decretar falência em abril para poder reestruturar sua dívida, avaliada em US$ 1,25 bilhão.

Em dezembro passado, o empresário mexicano Alejandro del Valle comprou pouco mais de 90% das ações, deixando a família Alemán com 10% do negócio.

jla/gm/lb

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