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Méliuz define faixa de preço e pode levantar R$ 587 milhões em IPO

Álvaro Campos
·2 minutos de leitura

O aplicativo de cashback definiu entre R$ 10,00 e R$ 12,50 a faixa indicativa de preços na sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês); número de ações da oferta base é de 52.173.913 O aplicativo de cashback Méliuz definiu entre R$ 10,00 e R$ 12,50 a faixa indicativa de preços na sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Considerando o meio da faixa indicativa, de R$ 11,25, e o número de 52.173.913 ações da oferta base, a operação pode movimentar R$ 586,956 milhões. Há ainda possibilidade de um lote adicional de até 20%, ou 10.434.782 ações, e suplementar de até 15%, ou 7.826.086 ações. Nesse caso, ainda considerando o meio da faixa indicativa, a oferta total subiria para R$ 792,391 milhões. A oferta base será primária, quando os recursos vão para o caixa da empresa (22.702.101 ações, ou R$ 255,398 milhões considerando o meio da faixa indicativa); e secundária, quando acionistas atuais vendem parte de suas fatias (29.471.812 ações, ou R$ 331,557 milhões). A precificação do IPO deve ocorrer no dia 3 de novembro. A companhia será negociada no Novo Mercado da B3 sob o ticker ‘CASH3’. A Méliuz se define como uma companhia de tecnologia focada no fornecimento de soluções digitais por meio de uma plataforma integrada de marketplace e serviços financeiros, que conecta uma base contendo mais de 10 milhões de contas a mais de 800 parceiros ativos. “Por meio do nosso website (que contabilizou 4,1 milhões de acessos mensais em julho), do nosso aplicativo (que contou com mais de 3 milhões de acessos mensais) e do nosso plugin, divulgamos para a nossa base de contas as ofertas, serviços, cupons de desconto e campanhas de cashback que desenvolvemos para nossos parceiros do marketplace e serviços financeiros.” No primeiro semestre deste ano, a empresa teve receita de R$ 62,237 milhões, com crescimento anual de 60,1%. O lucro foi de R$ 12,692 milhões, com expansão de 671,1%. O volume bruto de vendas (GMV) foi de R$ 932 milhões, o que significa aumento de 52%. Os principais acionistas são Israel Fernandes Salmen e Ofli Campos Guimarães, que têm 25,14% cada e podem cair para até 17,45% cada, com a diluição, se forem exercidos os lotes adicional e suplementar; Leandro de Barros Alves tem 13,41% e pode zerar sua participação com a venda de ações. Os recursos da oferta primária serão destinados para a ampliação da participação nos mercados de marketplace e serviços financeiros (50%) e potenciais aquisições estratégicas (50%). A operação é coordenada por Itaú BBA, BTG, Bradesco BBI, e XP.