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Média móvel de 1.129 mortes por Covid-19 no Brasil é a maior desde o começo da pandemia

Evelin Azevedo
·2 minuto de leitura

O Brasil registrou nesta quarta-feira a maior média móvel de mortes por Covid-19 desde o começo da pandemia: 1.129. Isto significa que nos últimos sete dias, 1.129 pessoas morreram diariamente. Até então, o recorde havia acontecido no dia 14 de fevereiro, quando o cálculo chegou a 1.105. A média móvel de mortes recorde ocorreu no mesmo dia em que o Brasil chegou a 250 mil vidas perdidas para o coronavírus.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Confira as dez maiores médias móveis de morte:

Sete das dez médias móveis de óbitos mais altas ocorreram em 2021, o que mostra a letalidade da doença neste ano.

— Essa média móvel elevada de óbitos é consequência do alto número de casos e da falta de medidas restritivas mais rígidas, com fiscalização e punições — avalia o infectologista Leonardo Weissmann,conselheiro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Para a epidemiologista Ethel Maciel este número elevado de morte na última semana "muito provavelmente" ainda é resquício das festas de fim de ano.

— Agora, em março, a gente começará a ver os óbitos do carnaval. Normalmente as infecções aparecem depois de duas semanas, as internações, a partir de três e as mortes da quarta semana em diante.

Nesta quarta-feira, foram registradas 1.433 mortes por Covid-19, totalizando 250.079 vidas perdidas para a doença. Desde as 20h de terça, 65.387 novos casos foram notificados, elevando para 10.326.008 o total de infectados.

Vinte e cinco estados atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta quarta-feira. Em todo o país, 6.179.900 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 2,92%% da população brasileira.

A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 1.584.569 pessoas, ou 0,75%% da população nacional.