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Mão robótica criada na Coreia do Sul permitirá robôs mais fortes e resistentes

·2 minuto de leitura

Pesquisadores do Departamento de Engenharia Robótica do Instituto de Ciência e Tecnologia Daegu Gyeongbuk, da Coreia do Sul, criaram um novo modelo de mão mecânica que promete eliminar a fragilidade dos dispositivos convencionais usados atualmente em androides.

Mãos robóticas mais comuns são feitas para equilibrar resistência e durabilidade, o que acaba comprometendo toda a estrutura da peça. Geralmente, elas utilizam uma junta de pino rígido que emula o mecanismo encontrado no corpo humano, podendo levantar cargas pesadas, mas, ao mesmo tempo, ficam expostas a danos severos quando atingidas por qualquer um dos lados.

"Robôs industriais inteligentes e robôs cooperativos que interagem com humanos precisam de resiliência e força. Nossas descobertas mostram que as vantagens de uma estrutura rígida e uma estrutura mais branda podem ser combinadas, e isso irá superar as deficiências de ambas", explica o professor responsável pelo estudo, Dongwon Yun.

Mão leve

Para acabar com a fragilidade das mãos robóticas, os cientistas utilizaram materiais mais leves, conectando um pino rígido a uma estrutura conhecida como dobradiça flexural cruzada, feita com duas tiras de metal dispostas em forma de X.

Esse mecanismo é capaz de flexionar ou dobrar em uma determinada posição enquanto permanece rígido em outra, sem criar atrito entre as duas partes. Isso aumenta o poder de elevação de carga do robô e minimiza eventuais danos causados durante colisões acidentais.

Além de ser mais eficiente, o dispositivo criado pela equipe do professor Yun é mais resistente que as mãos robóticas de silicone, totalmente flexíveis, difíceis de quebrar, mas que não conseguem segurar objetos grandes e pesados por muito tempo por causa da maciez do material utilizado em sua fabricação.

Mão robótica com dobradiça flexural cruzada (Imagem: Reprodução/DGIST)
Mão robótica com dobradiça flexural cruzada (Imagem: Reprodução/DGIST)

Sistema inovador

As tiras de metal que servem como juntas flexíveis para as mãos robóticas foram impressas em uma impressora 3D comum. Cada peça conecta segmentos distintos, permitindo que os dedos se curvem e voltem ao normal como acontece com a mão humana ao se fechar em torno de um objeto.

Para testar a eficácia do dispositivo, os cientistas fizeram a mão robótica segurar objetos leves e pesados, simulando situações corriqueiras de trabalho. Com a nova técnica usando as dobradiças flexurais cruzadas, a absorção a impactos aumentou 46,7% em comparação com mãos robóticas mais rígidas.

Professor Dongwon Yun e o estudante de engenharia Junmo Yang, criadores da mão robótica mais resistente (Imagem: Reprodução/DGIST)
Professor Dongwon Yun e o estudante de engenharia Junmo Yang, criadores da mão robótica mais resistente (Imagem: Reprodução/DGIST)

O novo sistema também se mostrou mais forte e confiável. Utilizando materiais flexíveis e duros ao mesmo tempo, os pesquisadores conseguiram criar uma mão robótica capaz de levantar e segurar objetos pesando até 4 kg, sem falhar ou emperrar durante o processo.

"Ainda é cedo para dizer quando robôs equipados com mãos mais fortes e sensíveis vão trabalhar ao lado dos humanos. Ambientes industriais e de saúde, onde os robôs são amplamente usados, ​​são locais dinâmicos e exigentes, por isso é importante continuar melhorando o desempenho dessas máquinas", completa o estudante de engenharia Junmo Yang.

Fonte: Canaltech

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