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Mães carregaram grande parte do peso da pandemia, diz FMI

·1 minuto de leitura
Uma mulher grávida usando uma máscara facial passa por um mural "Plano de parto humanizado" em Caracas, em 19 de janeiro de 2021

Um estudo do FMI confirmou o que a maioria das mulheres já sabia: as mães carregaram grande parte do enorme impacto econômico da pandemia de covid-19.

"No mundo do trabalho, as mulheres com filhos pequenos estão entre as maiores vítimas dos fechamentos de atividades", disse a diretora gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, nesta sexta-feira (30).

O estudo de economistas do FMI, que analisou as experiências de mães nos Estados Unidos, Reino Unido e Espanha, mostrou por que é "crucial" dar ajuda adicional às mães, disse Georgieva.

Isso inclui priorizar a reabertura das escolas e dar-lhes apoio em dinheiro para as necessidades imediatas e treinarem para novos empregos depois que alguns trabalhos desapareceram, disse.

O estudo mostrou que de todos os trabalhadores dos Estados Unidos, as mulheres foram mais afetadas que os homens, enquanto no Reino Unido foi o contrário e na Espanha homens e mulheres foram afetados de forma parecida.

"Apesar dessas diferenças, os três países tiveram algo em comum: as mães de filhos pequenos foram desproporcionalmente afetadas pelos fechamentos de atividades e medidas de contenção", disse Georgieva.

Com o fechamento de escolas e das aulas virtuais, "muitas mulheres, que antes da pandemia já carregavam a grande parte do peso do cuidado dos filhos e do trabalho doméstico, perderam seus empregos ou tiveram os horários de trabalho reduzidos".

Dados do governo dos Estados Unidos indicam que quase 2 milhões de mulheres de mais de 20 anos saíram do mercado de trabalho durante a pandemia e a taxa de desemprego foi de 5,7% em março comparado com 3,1% em fevereiro de 2020.

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