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Máscara à base de proteína de avestruz brilha quando a pessoa está com covid-19

·2 min de leitura

O principal mistério acerca da covid-19 é diferenciar os infectados dos não-infectados. É com esse objetivo que se afere a temperatura das pessoas na entrada de estabelecimentos, por exemplo, na tentativa de identificar alguém contaminado. Mas e se a própria máscara cumprisse essa proposta? O diretor da Kyoto Prefectural University (Japão) desenvolveu uma máscara que brilha quando detecta a presença do SARS-CoV-2.

Yasuhiro Tsukamoto, que além de diretor da universidade também é pesquisador da área de veterinária, tratou a superfície da máscara com uma proteína de avestruz para emitir luz para sinalizar a presença do vírus. Sua ideia era que qualquer pessoa que a usasse percebesse a infecção quando a máscara brilhasse, para então ir atrás de um diagnóstico.

Na aparência, a máscara não parece diferente das outras disponíveis no mercado. O segredo está na estrutura interna da proteção facial: contém um filtro com um anticorpo para reagir com o coronavírus. Acontece que antes do início da pandemia, a pesquisa de Tsukamoto se concentrava em fazer com que os avestruzes produzissem um certo anticorpo em quantidades significativas.

Máscara brilha sob a presença do SARS-CoV-2 (Imagem: Divulgação/Kyoto Prefectural University)
Máscara brilha sob a presença do SARS-CoV-2 (Imagem: Divulgação/Kyoto Prefectural University)

Em fevereiro do ano passado, ele criou um anticorpo para o novo coronavírus. O pesquisador então criou o filtro especial, junto com um agente spray usando outro anticorpo fluorescente que reage com a radiação ultravioleta, bem como outros tipos de luz se o vírus estiver presente. O mecanismo garante que os vírus na saliva e na cavidade nasal do usuário da máscara sejam primeiro capturados pelo anticorpo no filtro.

O anticorpo fluorescente brilha sob luz negra ou sob a luz emitida por telefones celulares e outros tipos de energia. O próximo passo foi verificar se sua máscara funcionava. Dez pessoas infectadas com o vírus aceitaram usar as máscaras, assim como oito pessoas saudáveis. No caso dessas oito, que utilizaram a máscara durante um dia inteiro, a máscara não brilhou, diferente do caso dos dez participantes infectados. A ideia agora é que a máscara seja aprovada e, futuramente, comercializada.

Fonte: Canaltech

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