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Luzes de "alerta vermelho" se acenderam durante voo espacial de Richard Branson

·3 minuto de leitura

No dia 11 de julho, o bilionário Richard Branson inaugurou o turismo espacial ao voar com a nave VSS Unity, acompanhado por outros três tripulantes. A missão durou cerca de 10 minutos e eles retornaram em segurança para o solo; contudo, informações de oficiais da Virgin Galactic, que têm familiaridade com o programa, revelam que sinais de alerta amarelos e vermelhos estavam acesos no painel do avião. Se os pilotos não tomassem alguma atitude para corrigir o que indicavam, eles teriam problemas sérios na hora de pousar.

Branson e os demais passageiros voaram com o avião espacial VSS Unity, pilotado pelos veteranos Dave Mackay e Mike Masucci. Após a aeronave WhiteKnightTwo levar a nave até a altitude de 15 km, o avião VSS Unity se separou e ativou seus motores para, assim, seguir viagem até a altitude de 86 km. Contudo, quando o avião estava a cerca de 30 km de altitude, começou a subir em uma trajetória fora da planejada e uma luz amarela no console foi acesa no console, mostrando aos pilotos que o caminho de voo estava estreito demais e que o nariz da nave não estava vertical o suficiente.

O motor da VSS Unity foi programado para ficar ativo por aproximadamente 1 minuto e, alguns segundos após a queima, uma luz vermelha logo apareceu no console. Agora, o alerta era relacionado ao retorno em trajetória de "cone": o avião usa os motores para chegar ao espaço, mas ele plana para retornar à Terra e depois pousa em uma pista. Esse método permite uma descida controlada, mas para funcionar, a nave precisa começar a descer seguindo um "cone imaginário". No caso do voo do dia 11, os pilotos não seguiam no ângulo correto, ou seja, estavam fora do cone.

Os alertas luminosos deixaram os pilotos com duas opções: ou eles implementavam ações corretivas, ou abortavam a missão, desligando os motores e retornando ao solo. Eles decidiram seguir viagem e, felizmente, conseguiram chegar ao espaço e pousar em segurança. Entretanto, a trajetória perigosa mostrou que o avião não se manteve no espaço aéreo permitido — tanto que um representante da Federal Aviation Administration (FAA), a entidade que regula voos nos Estados Unidos, confirmou que a nave desviou do espaço liberado pelo controle de tráfego aéreo. O desvio foi perigoso, e poderia colocar o VSS Unity em rota de colisão com outra aeronave.

A tripulação do voo (Imagem: Reprodução/Virgin Galactic)
A tripulação do voo (Imagem: Reprodução/Virgin Galactic)

Segundo um representante da Virgin Galactic, o desvio durou 1 minuto e 41 segundos, mas a empresa não notificou a FAA inicialmente. A pessoa afirmou que uma investigação está em andamento e que a Virgin Galactic está trabalhando com a entidade para atualizar os procedimentos de alerta da agência. Este voo foi a primeira vez em que o SpaceShipTwo levou uma tripulação completa ao espaço, mas problemas técnicos perigosos já aconteceram — tanto que um teste de voo realizado em 2014 resultou na morte de um piloto e ferimentos de outro.

Após o voo inaugural de julho, a Virgin Galactic retomou a venda de ingressos para novos voos turísticos espaciais com o SpaceShipTwo por US$ 450.000 por assento. Agora, a empresa planeja lançar a próxima missão com o avião no fim de setembro, levando tripulantes da Força Aérea Italiana ao espaço suborbital. Depois, a Virgin Galactic deverá levar a nave VMS Eve para oito meses de procedimentos de manutenção, que irão implementar melhorias.

Fonte: Canaltech

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