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Luz solar pode inativar o coronavirus muito mais rápido do que se pensava

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

Em meio a uma situação de pandemia cada vez mais preocupante, cada detalhe que possa representar um aliado na luta contra a COVID-19 tem a sua devida importância e, recentemente, uma análise concluiu que a luz solar pode inativar o coronavírus oito vezes mais rápido em comparação com o que apontavam estudos anteriores.

Quem descobriu isso foi uma equipe da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara (EUA), liderada por Paolo Luzzatto-Fegiz. A equipe levantou olhares para a necessidade de mais pesquisas sobre como a luz solar inativa o SARS-CoV-2, porque, após perceber que uma grande diferença entre os resultados de seus experimentos e as teorias mais recentes sobre o assunto, concluiu que há muito mais potencial na luz solar do que se pensava.

“A teoria assume que a inativação funciona fazendo com que as ondas UVB atinjam o RNA do vírus, danificando-o”, explica Luzzatto-Fegiz. Mas essa diferença sugere que há algo mais acontecendo, e descobrir isso pode fazer a diferença na luta contra o vírus.

Luz solar pode inativar o coronavirus muito mais rápido do que se pensava, segundo uma nova análise norte-americana (Imagem: ktsimage/Envato)
Luz solar pode inativar o coronavirus muito mais rápido do que se pensava, segundo uma nova análise norte-americana (Imagem: ktsimage/Envato)

Em julho de 2020, um estudo conseguiu inativar o SARS-CoV-2 com exposição à luz solar simulada por dez a 20 minutos. No entanto, Luzzatto-Feigiz e sua equipe compararam esses resultados e notaram as diferenças. "A inativação observada experimentalmente na saliva simulada é oito vezes mais rápida do que seria de se esperar pela teoria, então os cientistas ainda não sabem o que está acontecendo", Luzzatto-Fegiz anunciou ao The Journal of Infectious Diseases.

Os pesquisadores suspeitam que o UVA de onda longa pode ser responsável pela aceleração da inativação do vírus. "Nossa análise aponta para a necessidade de experimentos adicionais para testar separadamente os efeitos de comprimentos de onda de luz específicos", conclui o pesquisador.

Fonte: Canaltech

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