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Luxa não se ajuda. Será que o Palmeiras continuará como "moedor" de técnicos?

Alexandre Praetzel
·2 minutos de leitura
Raphael Veiga foi o sinal da desolação e derrota do Palmeiras. Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Raphael Veiga foi o sinal da desolação e derrota do Palmeiras. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Vi atentamente a vitória do Coritiba sobre o Palmeiras por 3 a 1, no Allianz Parque, Foi a terceira derrota consecutiva do time de Luxemburgo, depois de uma invencibilidade de 12 partidas na Série A do Brasileiro. O desempenho dos comandados de Luxa deixou muito a desejar e houve alguns claros sinais de má vontade dos jogadores dentro de campo.

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Primeiro, falta de pegada desde o início, com generosos espaços concedidos ao Coritiba, que chegou aos 2 a 0 com facilidade. Luxa trocou Zé Rafael e Lucas Esteves por Ramires e Willian. Melhorou a movimentação e descontou o placar com Gabriel Veron. Ainda assim, o Coritiba se mantinha superior.

No segundo tempo, o treinador abriu mais a equipe, mas ficou sem articulação, com quatro atacantes projetados. A bola não variou tanto no ataque, apesar de Veron fazer um gol impedido por pura desatenção e posicionamento equivocado, com Willian tocando a bola para ele. Até nisso, o Palmeiras pecou na concentração durante a partida. Antes, já havia levado o terceiro gol de Giovanni Augusto, aumentando demais o prejuízo.

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O Coritiba se defendeu bem e sempre foi mais perigoso do que o Palmeiras, aproveitando os espaços para os contra-ataques. O Palmeiras foi um time entregue desde o começo e pareceu que os atletas não estavam a fim de jogar, talvez contrariados com o treinador. Muitas vezes, o que parece é o que é. E parece que o elenco desistiu de Luxemburgo, com o Palmeiras avançando para mais uma provável mudança de técnico, numa gestão que não hesita em trocar. Afinal, quem manda no futebol hoje são os jogadores. Um caminho sem volta.

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