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Lulu Santos: 'A gente gosta da música pelo coração ou pela bunda. É o que dá pra dançar'

·2 min de leitura

RIO - Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite. O público da Bienal que compareceu ao palco da Estação Plural na noite deste sábado, 4, esperava ver o ídolo Lulu Santos apresentar o seu livro "Lulu em Traço & Verso", uma reunião de letras e cifras musicais de seus grandes sucessos, que ele lançou no evento. Os fãs acabaram ganhando muito mais. O artista praticamente transformou o encontro em um pocket show, cantando a capela os seus maiores sucessos. Ao final, Lulu convidou o público para participar de um karaokê, escolhendo pessoas da plateia para cantar em dueto com ele.

Dentro do espírito de respeito à diversidade, que norteia a Bienal este ano, Lulu aproveitou para fazer diversas declarações ao marido, Clebson Teixeira, que estava presente na plateia. Lulu lembrou que música que fecha o livro é "Orgulho e preconceito", composta para Clebson em 2018, pouco tempo após o astro assumido publicamente sua homossexualidade. E cantou os primeiros versos para ele: "Esta canção é pra você nunca mais / Ter que sussurrar quando diz que me ama / Pra te libertar de todo julgamento alheio".

Segundo Lulu, o livro é uma oportunidade de mostrar por outro ângulo as canções que estão na cabeça dos seus fãs.

— Para cada pessoa que pediu autógrafo, perguntei qual a música da vida dela — contou. — Nossa relação com a música no Brasil não é tanto estética. A gente gosta da música ou pelo coração ou pela bunda. Música é o que dá para dançar.

Ele também contou que conheceu Daniel Kondo, o artista que ilustra as canções do livro, pelo trabalho dele na revista Piauí.

— Elas (as artes) são inspiradoras — disse. — São grafismos, paisagens visualmente muito excitantes, que transportam a pessoa para o universo daquela canção. Ele dá um colorido de hoje para músicas dos anos 1980.

Após a conversa, Lulu chamou alguns fãs para o palco, e cantou com eles os seus principais hits no karaokê. Em um momento emocionante, uma profissional da saúde que se identificou como Claudia e contou ter trabalhado na linha de frente no auge da pandemia no Hospital Souza Aguiar, entoou aos prantos o clássico "Como uma onda". Segundo ela, esta foi a canção que embalou e consolou pacientes e profissionais de saúde nos momentos difíceis da crise sanitária

— Todos os dias, cantávamos que "tudo passará" — contou ela, em referência à letra da música. — E agora tudo está passando.

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