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Lulas viajam até a Estação Espacial Internacional para um experimento

·1 minuto de leitura
Nesta imagem distribuída pela NASA, uma espécie de lula que será enviada para a Estação Espacial Internacional

Um foguete SpaceX vai decolar para a Estação Espacial Internacional (ISS) nesta quinta-feira (3) com tudo o que é necessário a bordo para realizar uma série de experimentos científicos, incluindo habitantes surpreendentes: lulas.

A nave, cujos serviços são contratados pela NASA, será lançada da Flórida e a cápsula Dragon se deslocará do foguete Falcon 9 aproximadamente 12 minutos após a decolagem.

No sábado, ela deve acoplar na ISS. Em seu interior viajam espécimes jovens de uma espécie de lula (Euprymna scolopes), que servirão para estudar o efeito da gravidade zero nas interações entre as bactérias e seus hospedeiros.

A bordo da ISS, algumas lulas serão expostas a bactérias. As outras permanecerão intactas. Após 12 horas, todas estarão congeladas até o retorno à Terra, onde serão estudadas.

"Animais, incluindo humanos, dependem de micróbios para manter seus sistemas digestivo e imunológico saudáveis", disse Jamie Foster, principal autor do experimento, citado em um comunicado. "Ainda não entendemos totalmente como o voo espacial altera essas interações".

Portanto, o experimento pode ajudar no futuro a desenvolver técnicas para proteger a saúde dos astronautas que participam de missões a longo prazo no espaço.

Também a bordo do foguete SpaceX estão os tardígrados, também conhecidos como ursos d'água, organismos microscópicos conhecidos por sua resistência. Os cientistas querem estudar como eles se adaptam no espaço.

Além disso, levam também um algodão, um ultrassom portátil. No total, a missão de reabastecimento carrega mais de 3.000 kg de carga científica.

la/dax/ll/gm/ap

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