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Lula se reúne com lideranças evangélicas e busca reduzir resistências

·2 min de leitura

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e pré-candidato a retornar ao Palácio do Planalto, se reuniu com lideranças evangélicas no último sábado em encontro virtual transmitido pelas redes sociais. A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), sigla de Lula, Gleisi Hoffmann, celebrou o “encontro maravilhoso” em sua conta no Twitter. “Nossa disputa não é religiosa, é política”, escreveu a deputada federal pelo Paraná.

Além de Lula e Gleisi, o encontro contou com a participação da ex-governadora do Rio de Janeiro Benedita da Silva, que é evangélica. Os petistas ouviram uma série de líderes religiosos e buscaram se aproximar do grupo que atuou em peso pela eleição de Jair Bolsonaro em 2018.

— A nossa disputa sempre foi política. Infelizmente, os nossos adversários, que não conseguiram ganhar na disputa política, começaram a trazer a disputa religiosa, de valores, para dentro da política, e mentiram muito — alegou Gleisi Hoffmann durante o evento.

Segundo estimativa do Datafolha, em 2018, Bolsonaro recebeu cerca de 11 milhões de votos de evangélicos a mais que o candidato do PT que o enfrentou no segundo turno, Fernando Haddad. Na época, uma pesquisa do instituto feita no fim de outubro já indicava que 71% dos evangélicos do país declaravam voto no atual presidente.

No entanto, o cenário é diferente a um ano da disputa de 2022. Segundo pesquisa do Datafolha de julho deste ano, a popularidade de Bolsonaro com o grupo está em queda, com cerca de apenas 45% dos evangélicos declarando que votariam no candidato à reeleição no próximo ano.

Com as pesquisas eleitorais apresentando grandes chances de um embate entre Lula e Bolsonaro no segundo turno, o petista aproveita a realidade desfavorável para o atual presidente e tenta reconquistar votos do grupo. O petista, entretanto, ainda tem uma rejeição de 47% entre os evangélicos, segundo o Datafolha de setembro, ante 44% de Bolsonaro com o mesmo grupo.

— Tive uma extraordinária relação com todas as igrejas e governei para todo mundo. (...) Tenho fé em Deus que a gente pode consertar esse país, podemos fazer a economia voltar a crescer, voltar a gerar emprego formal, cuidar do meio ambiente. Não podemos perder a fé do povo — declarou o ex-presidente aos participantes.

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