Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.068,55
    -1.120,02 (-1,02%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.725,96
    -294,69 (-0,58%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,41
    +0,40 (+0,56%)
     
  • OURO

    1.798,30
    +0,30 (+0,02%)
     
  • BTC-USD

    16.856,67
    -151,10 (-0,89%)
     
  • CMC Crypto 200

    394,86
    -7,18 (-1,79%)
     
  • S&P500

    3.933,92
    -7,34 (-0,19%)
     
  • DOW JONES

    33.597,92
    +1,58 (+0,00%)
     
  • FTSE

    7.489,19
    -32,20 (-0,43%)
     
  • HANG SENG

    18.814,82
    -626,36 (-3,22%)
     
  • NIKKEI

    27.686,40
    -199,47 (-0,72%)
     
  • NASDAQ

    11.509,75
    +0,25 (+0,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4683
    -0,0104 (-0,19%)
     

Lula pretende adiar escolha para a presidência do BID

(Bloomberg) -- O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva tenta adiar o processo de seleção do novo presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) depois que o governo de Jair Bolsonaro apresentou um candidato para liderar o principal credor latino-americano.

“Acharia de bom tom adiarem”, disse Gleisi Hoffmann, presidente do PT e membro da equipe de transição de Lula, a repórteres em Brasília na sexta-feira. “Temos um governo que foi eleito, não tem por que não esperar a posse do governo para poder fazer a indicação.”

Embora Hoffmann tenha dito que não estava ciente de nenhum pedido formal para adiar o processo, pessoas familiarizadas com o assunto disseram que a equipe de transição de Lula procurou os diretores do BID, em sua maioria ministros da Fazenda dos 48 países que são membros do banco, para sugerir o adiamento. As pessoas pediram para não serem identificadas porque não estão autorizadas a falar publicamente.

As indicações estão marcadas para se encerrar à meia-noite em Washington, com a seleção marcada para 20 de novembro. Lula assume o cargo em 1º de janeiro. Brasil e Argentina têm a maior participação votante no banco com sede em Washington depois dos EUA.

O governo do atual presidente Jair Bolsonaro indicou o nome de Ilan Goldfajn, ex-presidente do Banco Central e atual diretor do Hemisfério Ocidental no FMI. México, Chile e Argentina também planejam suas próprias candidaturas, e organizações financeiras internacionais como o BID normalmente tentam operar o máximo possível por um consenso.

O governo de Joe Biden disse que não planeja nomear um candidato e que a pessoa deve vir da região. Alguns Democratas criticaram profundamente a escolha do governo anterior de Donald Trump de nomear o conselheiro presidencial Mauricio Claver-Carone para o cargo em 2020, quebrando seis décadas de precedentes de que o chefe do banco veio da América Latina.

More stories like this are available on bloomberg.com

©2022 Bloomberg L.P.