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Luisa Mell pede mudanças na lei após cão morrer em ponte aérea Rio-São Paulo

·4 minuto de leitura

RIO — Luisa Mell, apresentadora de TV que se tornou uma das maiores ativistas da causa animal no Brasil, usou as redes sociais para comentar o caso do cãozinho que morreu após fazer a ponte aérea Rio-São Paulo, no último dia 14. Em seu perfil no Instagram, ela pediu mudanças no protocolo de transporte aéreo de animais. De acordo com a dona do cachorro, ele demorou a ser entregue e foi submetido a um calor intenso, o que o teria deixado muito debilitado, vindo a morrer horas depois. A Latam nega que o cão tenha sido exposto ao calor e afirma ter seguido o protocolo.

"Quantos cães e gatos mortos serão necessários para que as companhias aéreas mudem seu protocolo e parem de tratar animais como bagagem?", provocou Luisa Mell, e pediu uma mudança na legislação: "a lei tá completamente errada, pq cachorro não é bagagem e não devia ser colocado no bagageiro em hipótese nenhuma".

A ativista também criticou o fato de o cãozinho ter sido levado de avião, enquanto poderia ter sido transportado de carro. "Criadores mandando cães sem acompanhamento no bagageiro, se era uma viagem Rj sp deviam ter levado de carro q é mto mais confortável pro cachorro que vai com ar condicionado e tem muito mais espaço q apertado numa caixa de transporte!!!".

Luisa Mell pediu um posicionamento da Latam sobre o que definiu como "mudanças necessárias e urgentes". Por fim, ela incentivou a adoção e sugeriu que essa alternativa seja considerada por pessoas que estejam pensando em comprar cães ou gatos em outros estados.

O presidente da comissão de direito dos animais da Câmara de Vereadores do Rio, vereador Luiz Ramos filho, afirmou que vai acompanhar as investigações sobre a morte do cachorrinho após o voo da Latam.

— Precisamos de respostas sobre o que aconteceu de fato. A empresa tem que ter responsabilidade, porque está transportando um ser vivo que não pode sequer pedir ajuda. Não é possível que tratem com o mesmo desprezo que tratam as malas, que são atiradas de um lado para o outro. Era um filhotinho, que exigia ainda mais cuidados. Se não tem capacidade para cuidar, nao pode transportar — disse.

Latam levou animal a clínica

Em nota enviada nesta terça-feira, a Latam afirma que chegou a levar o animal para uma clínica veterinária após o pouso: Logo após o pouso, ainda dentro do kennel (caixa de transporte), a nossa equipe do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) identificou que o animal encontrava-se com sinais de mal-estar e, imediatamente, atuou para que ele fosse transportado a uma clínica veterinária em uma van dedicada e em tempo mais rápido do que o padrão para esta operação. Vale ressaltar que, da pista do aeroporto até o terminal de cargas, são 7,5 km e o trajeto deve ser percorrido em até 20 km/h", disse a empresa, em nota.

A companhia afirma ainda que "o pet não foi exposto ao sol ou passou calor e, que, nossa equipe esteve junto dele e de sua tutora durante todo o atendimento, e se manteve disponível via telefone inclusive após a internação do pet".

Confira a nota na íntegra:

"Nós da LATAM nos sensibilizamos muito com o que aconteceu e estamos em contato com a cliente Gabriela desde o desembarque do animal, prestando toda assistência necessária até o momento presente.

A empresa esclarece ainda que seguiu todos os procedimentos de aceitação e transporte do pet que atendem rigorosamente aos regulamentos de autoridades nacionais e internacionais.

Desde o embarque no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), o pet foi acompanhado de acordo com os mais rígidos protocolos de segurança, aguardando em ambiente refrigerado até a entrada na aeronave e permanecendo hidratado ao longo do trajeto.

Logo após o pouso, ainda dentro do kennel (caixa de transporte), a nossa equipe do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) identificou que o animal encontrava-se com sinais de mal-estar e, imediatamente, atuou para que ele fosse transportado a uma clínica veterinária em uma van dedicada e em tempo mais rápido do que o padrão para esta operação. Vale ressaltar que, da pista do aeroporto até o terminal de cargas, são 7,5 km e o trajeto deve ser percorrido em até 20 km/h.

Reforçamos que o pet não foi exposto ao sol ou passou calor e, que, nossa equipe esteve junto dele e de sua tutora durante todo o atendimento, e se manteve disponível via telefone inclusive após a internação do pet.

Esclarecemos que a LATAM obedece às mais restritas normas de segurança para transportes de pets, seguindo procedimentos baseados no Regulamento de Animais Vivos da IATA e tendo protocolos ainda mais rígidos que a portaria 93 do IBAMA, garantindo uma execução segura em todas as etapas do processo de transporte. Salientamos ainda que a operação ocorreu respeitando os intervalos de tempo seguros desde a entrega do pet à equipe da LATAM, inclusive após o desembarque.

A companhia reitera que a segurança é um valor inegociável, reforçando que se solidariza com a tristeza vivida pela cliente e que fará tudo que está ao seu alcance para oferecer a assistência necessária neste momento. A LATAM permanece em contato com a Gabriela, que sinaliza compreensão quanto ao posicionamento e procedimentos adotados pela companhia."

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