Mercado abrirá em 5 h 7 min
  • BOVESPA

    116.230,12
    +95,66 (+0,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.046,58
    +616,83 (+1,36%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,38
    -0,14 (-0,16%)
     
  • OURO

    1.726,60
    -3,90 (-0,23%)
     
  • BTC-USD

    20.268,32
    +337,51 (+1,69%)
     
  • CMC Crypto 200

    459,31
    +13,87 (+3,11%)
     
  • S&P500

    3.790,93
    +112,50 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    30.316,32
    +825,43 (+2,80%)
     
  • FTSE

    7.063,03
    -23,43 (-0,33%)
     
  • HANG SENG

    18.089,36
    +1.009,85 (+5,91%)
     
  • NIKKEI

    27.120,53
    +128,32 (+0,48%)
     
  • NASDAQ

    11.580,25
    -60,50 (-0,52%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1553
    -0,0126 (-0,24%)
     

Lucro da Eletrobras cai 45% no 2º tri por efeito cambial e provisões

Logo da Eletrobras

SÃO PAULO (Reuters) - A Eletrobras registrou lucro líquido de 1,4 bilhão de reais no segundo trimestre, queda de 45% ante o mesmo período do ano anterior, devido "principalmente" a efeitos da variação cambial negativa de 625 milhões de reais pela exposição de dívida da empresa em dólar.

Na noite de sexta-feira, a companhia disse que o resultado trimestral também foi impactado pela provisão para perdas em investimentos no montante de 890 milhões de reais, em função, principalmente, do aporte de capital realizado pela subsidiária Furnas na Santo Antônio Energia.

Ainda houve impacto de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD), que somou 694 milhões de reais, influenciado pela inadimplência da distribuidora Amazonas Energia, em especial no que se refere à dívida financeira com a holding.

A geração de caixa medida pelo Ebitda ajustado apresentou crescimento de 6%, para 4,861 bilhões no segundo trimestre.

O resultado no período já considera os efeitos contábeis da segregação da Eletronuclear, que deixou de ser uma empresa controlada pela Eletrobras após a privatização.

O balanço também inclui a venda da participação acionária detida na Itaipu Binacional e a celebração dos novos contratos de concessão de geração decorrentes da privatização.

A receita operacional líquida aumentou 19% para 8,856 bilhões de reais, pela melhor performance nos contratos bilaterais e pelo reajuste anual das receitas de transmissão, cuja base de ativos foi ampliada no ciclo 21/22 pelo reperfilamento da Rede Básica Sistema Existente (RBSE) que consiste em indenizações para concessões renovadas antecipadamente em 2012, nos termos da Medida Provisória 579.

(Por Roberto Samora)