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Huck e políticos se solidarizam à repórter sequestrada na Globo: “Covarde”

Jornalista Marina Avellar foi feita refém dentro da TV Globo (reprodução / twitter e TV GLobo)

A imprensa sofreu mais um golpe nesta quarta-feira (10) e recebeu a solidariedade de famosos e colegas de profissão ao redor do país após um homem invadir a sede do jornalismo da TV Globo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e fazer a repórter Marina Araújo refém com uma faca.

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“Minha solidariedade à repórter Marina Araújo, feita refém hoje na Rede Globo. Episódio covarde, triste, deplorável. Espero que ela esteja bem. Uma barbárie contra todos nós da comunicação. Marina Araújo representa a imprensa, que defende uma sociedade livre, pacífica e democrática”, escreveu Luciano Huck em sua conta no Twitter.

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O homem, que teria problemas mentais, ameaçava a repórter Marina Araújo com uma faca enquanto exigia conversar com Renata Vasconcellos, que é âncora do Jornal Nacional. A jornalista completa 48 anos nesta quarta-feira.

O apresentador da BandNews FM Carlos Andreaza também se manifestou: “Aqui deixo meu abraço solidário a Marina Araújo, Renata Vasconcellos e ao time de jornalistas da Globo.”

Políticos também se manifestaram. O deputado Alessandro Molon ressaltou os ataques que o Presidente da República faz constantemente à imprensa. “Um homem invadiu a Rede Globo e fez Marina Araújo refém, enquanto gritava por Renata Vasconcellos. Toda minha solidariedade a elas! Extremamente grave o rumo que o país está tomando com constantes ataques a jornalistas. Imprensa livre é democracia forte!”

Marcelo Freixo pediu uma investigação severa. “Quero me solidarizar com a jornalista Marina Araújo, feita refém por um homem que invadiu o prédio da Globo, e com a apresentadora do JN, Renata Vasconcellos, que seria o alvo do ataque. O crime precisa ser rigorosamente apurado. Não podemos admitir violência contra jornalistas.”

Fernando Oliveira relembrou os ataques já sofridos por William Bonner. “E o homem, armado, dizia aos gritos querer falar com Renata Vasconcellos. Essa é a materialização do terror constante narrado por William Bonner no programa do Bial. A equipe do Jornal Nacional corre grandes riscos, assim como todos os jornalistas em campo nesse país”.