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Luana Génot fala sobre propósito de educar até as empresas ‘canceladas’

·1 min de leitura

Fundadora e diretora executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), Luana Génot é publicitária, pesquisadora na área de raça, etnia e mídia e mestra em Relações Étnico-raciais. Luana fala sobre o selo “Sim à Igualdade Racial”, que ajuda as empresas a tirarem o racismo do imaginário com um plano de ações em uma jornada que, ao longo de três anos, desenvolve Compromisso, Engajamento e Influência na pauta da equidade racial.

Na era do cancelamento, Luana acredita que a sociedade tem todo o direito de deixar de comprar de uma empresa por determinada atitude, mas explica que o papel do ID_BR é de ensinar. 

“Eu respondo por uma instituição que tem como propósito educar e propor a essas empresas, mesmo canceladas, que elas façam alguma coisa propositiva'', afirma a autora do livro “Sim à igualdade racial: raça e mercado de trabalho”.

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Luana analisa como a repercussão global da morte do George Floyd, nos Estados Unidos, e também o assassinato de João Alberto, asfixiado em uma loja do Carrefour, em Porto Alegre, trouxeram intencionalidade para as empresas solidárias à pauta antirracista. “O ID_BR aumentou não apenas o número de funcionários, mas o número de empresas atendidas. Hoje são quase 40 empresas com o Selo Sim à Igualdade Racial, e mais de 30% delas são varejistas”, revela Luana.

“Precisamos fazer a sociedade vestir a camisa antirracista”, afirma Luana sobre uma coleção-cápsula de roupas lançada em 2021 em parceria com a Hering, e explica que a brancos vestem a camisa em uma perspectiva de conscientização, já os negros a vestem com um sentimento de acolhimento.

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