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Lua joviana Io apresenta uma das maiores erupções já observadas

Io, uma das maiores luas de Júpiter, apresentou uma erupção vulcânica mais intensa do que o comum. O comportamento da lua foi observado por Jeff Morgenthaler, pesquisador que vem acompanhando o vulcanismo de Io desde 2017.

Considerado o mundo mais vulcanicamente ativo do Sistema Solar, Io é um satélite natural com explosões vulcânicas anuais causadas pela forte influência gravitacional de Júpiter. O gigante gasoso, junto de duas outras grandes luas, causam poderosas forças de marés gravitacionais em Io, aquecendo-a internamente e formando atividade vulcânica ali.

Morgenthaler monitora Io com o observatório Io Input/Output. Para suas observações, ele usou uma técnica coronagráfica que escurece a luz refletida por Júpiter e identifica gases de menor visibilidade próximos do planeta. Foi assim que ele notou um aumento no brilho do sódio e enxofre ionizado ao redor de Júpiter entre julho e setembro do ano passado, que desapareceu somente em dezembro.

Imagem da explosão de sódio causada pela erupção vulcânica de Io (Imagem: Reprodução/Jeff Morgenthaler, PSI)
Imagem da explosão de sódio causada pela erupção vulcânica de Io (Imagem: Reprodução/Jeff Morgenthaler, PSI)

Já o toro (nome dado a um anel em forma de donut que cerca Júpiter, formado por enxofre ionizado), costuma ficar mais brilhante quando a lua tem novas erupções — mas, desta vez, a estrutura não chegou nem perto do brilho já observado durante outras explosões vulcânicas em Io.

Para Morgenthaler, isso pode ser resultado de alguma característica da composição da atividade vulcânica que produziu as erupções. Outra possibilidade é que o toro seja mais eficiente do que se pensava para "descartar" os excessos de material que recebe.

A melhor forma de saber com mais certeza os processos que ocorreram ali é com a coleta de medidas no local. Felizmente, a sonda Juno, da NASA, estava orbitando Júpiter e coletando dados de Io — e, como a nave tem instrumentos capazes de coletar dados da radiação no interior do toro, ela pode revelar se houve alguma mudança na composição das erupções mais recentes.

Fonte: Canaltech

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