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Londrinos voltam a desfrutar da música ao vivo no festival Kaleidoscope

·2 minuto de leitura

Cerca de 10 mil amantes da música desfrutaram de uma liberdade renovada neste sábado (24) no Festival Kaleidoscope de Londres.

"Estou muito emocionada por estar aqui, não faço algo assim há dois anos", disse Leonie Louis, que foi vestindo lantejoulas e coroa de flores ao festival no Alexandra Palace, um local lendário que já recebeu shows de Pink Floyd, Rolling Stones e Jay Z.

O Kaleidoscope, que inclui bandas como Groove Armada e The Coral, ao lado de comediantes e escritores renomados, é um dos maiores eventos ao vivo ocorridos na Inglaterra desde que o país suspendeu as restrições sanitárias em 19 de julho.

Louis, uma consultora de 24 anos, disse que foi um "ótimo momento" para reabrir e que as pessoas "se cansaram de ficar trancadas, entrando e saindo do confinamento".

“Obviamente, nunca haverá um momento perfeito (...) O coronavírus não irá embora completamente. Temos que aprender a conviver com ele”, acrescentou.

No entanto, a situação de saúde dificultou a organização do festival, de acordo com o gerente de eventos do Alexandra Palace, Simon Fell.

Seu maior medo era um cancelamento de última hora, devido a mudanças frequentes nas regras de saúde nos últimos meses.

“Como você vende ingressos para as pessoas se você nem sabe se o evento vai acontecer? É uma situação muito difícil”, disse ele à AFP.

Joshua Brigts, de 25 anos, admitiu estar "um pouco ansioso" com os riscos à saúde, principalmente a variante Delta do coronavírus, que causa aumento de infecções em todo o país.

"Mas, ao mesmo tempo, sei que todo mundo aqui teve um teste negativo nas últimas 48 horas", disse ele.

Sentado ao lado dele, seu amigo Stephen Parsons, de 25 anos, disse que a música noturna deu a ele um novo ar de otimismo.

“A música levantou completamente meu espírito”, disse o jovem de Bedford, ao norte de Londres.

Ele passou um ano e meio em casa, assistindo a shows online, mas descobriu que nada se compara à atmosfera de um show ao vivo.

“A razão de eu adorar ir aos festivais é ver as grandes bandas, mas também vir a esses palcos menores e experimentar essa atmosfera única”, disse ele.

“Isso não pode ser conseguido por Zoom. Não é a mesma coisa, de forma alguma”, acrescentou.

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